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Distribuidor como parceiro de crescimento: o novo papel na cadeia pet

Durante muitos anos, o distribuidor ocupou um papel estritamente operacional dentro do mercado pet. Sua função era simples: receber pedidos, entregar produtos e seguir para o próximo cliente. Esse modelo já não sustenta o crescimento do varejo atual. O mercado pet amadureceu. O comportamento do tutor mudou, o mix ficou mais complexo e a concorrência aumentou. Nesse cenário, o distribuidor deixou de ser apenas um elo logístico e passou a exercer um papel estratégico dentro da cadeia. Hoje, ele pode ser um parceiro direto no crescimento da loja. A cadeia pet ficou mais complexa A estrutura do mercado pet evoluiu rapidamente. Novas marcas surgiram, categorias se multiplicaram e o portfólio das lojas ficou mais diversificado. Ao mesmo tempo, o tutor se tornou mais exigente, mais informado e menos tolerante a falhas. Esse cenário criou um desafio para o lojista. Gerenciar mix, estoque, reposição e margem tornou-se uma tarefa mais técnica. Comprar bem deixou de ser apenas uma questão de preço. Passou a envolver decisão, planejamento e leitura de mercado. Nesse contexto, o distribuidor passou a ocupar uma posição central. Ele deixou de ser apenas quem entrega e passou a ser quem ajuda a organizar o jogo. O distribuidor como extensão da estratégia da loja Quando o distribuidor entende o negócio do cliente, ele atua como uma extensão da estratégia da loja. Isso significa ir além da venda pontual e contribuir para decisões mais estruturadas. Esse novo papel envolve: O lojista que conta com esse tipo de parceria ganha visão. Ele deixa de comprar no impulso e passa a comprar com base em dados, histórico e previsibilidade. Curadoria de mix como diferencial competitivo Um dos pontos mais críticos no varejo pet é o excesso de opções. Ter muitos produtos não significa vender mais. Pelo contrário. Um mix mal estruturado gera estoque parado, ruptura de itens importantes e perda de margem. O distribuidor estratégico atua como curador. Ele ajuda o lojista a escolher marcas e produtos que fazem sentido para aquele contexto específico. Essa curadoria considera fatores como giro, posicionamento da loja e comportamento do consumidor. Segundo análises do setor de varejo, empresas que trabalham com curadoria clara conseguem melhorar eficiência operacional e experiência do clientehttps://www.mckinsey.com/industries/retail/our-insights No mercado pet, essa lógica é cada vez mais necessária. Planejamento de estoque reduz riscos Estoque é capital parado. Ao mesmo tempo, falta de estoque é venda perdida. Encontrar o equilíbrio exige planejamento. É nesse ponto que o distribuidor pode atuar de forma decisiva. Com acesso a dados de venda, histórico de reposição e conhecimento do mercado, o distribuidor consegue apoiar o lojista na definição de volumes mais adequados. Isso reduz compras emergenciais, evita rupturas e melhora a previsibilidade do caixa. Além disso, um bom planejamento reduz o estresse da operação diária. A loja passa a trabalhar com mais controle e menos improviso. Logística eficiente fortalece a parceria A logística continua sendo um dos pilares dessa relação. Porém, ela deixa de ser apenas entrega e passa a ser compromisso com o resultado do cliente. Prazo cumprido, frequência adequada e comunicação clara fazem parte dessa nova lógica. No mercado pet, onde muitos produtos são de consumo recorrente, a previsibilidade logística é essencial. O distribuidor que entrega consistência ajuda a loja a manter sua reputação e a confiança do cliente final. Estudos sobre varejo mostram que falhas recorrentes na cadeia de abastecimento impactam diretamente a fidelização do consumidorhttps://www.bain.com/insights/supply-chain-excellence/ Essa realidade também se aplica ao setor pet. Informação como ferramenta de crescimento Outro ponto que redefine o papel do distribuidor é o acesso à informação. Distribuidores que acompanham o mercado, entendem tendências e analisam comportamento de consumo conseguem orientar melhor seus clientes. Isso pode acontecer por meio de: O lojista não precisa se tornar especialista em tudo. Ele precisa de parceiros que tragam leitura de mercado e apoiem decisões mais assertivas. Relacionamento de longo prazo gera resultado Quando a relação entre loja e distribuidor é baseada apenas em preço, ela se torna frágil. Basta surgir uma oferta momentaneamente melhor para que a parceria se rompa. Já relações construídas com base em confiança e resultado tendem a ser mais duradouras. O distribuidor parceiro pensa no longo prazo. Ele entende que o crescimento da loja também representa crescimento para sua operação. Essa mentalidade muda a forma de atender, negociar e planejar. Com o tempo, a loja passa a enxergar o distribuidor como parte do negócio, não apenas como fornecedor. O impacto direto no crescimento da loja Lojas que trabalham com distribuidores estratégicos tendem a crescer de forma mais organizada. Elas erram menos no mix, sofrem menos com rupturas e conseguem planejar melhor suas compras. Esse modelo não elimina desafios, mas reduz riscos. Em um mercado competitivo como o pet, essa diferença se reflete no faturamento, na margem e na sustentabilidade do negócio. Um novo papel dentro da cadeia pet O distribuidor moderno não substitui a decisão do lojista. Ele complementa. Atua como suporte, como facilitador e como parceiro de crescimento. Esse novo papel exige estrutura, visão e compromisso. À medida que o mercado pet evolui, essa parceria tende a se tornar cada vez mais relevante. Quem entende isso antes sai na frente.

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Logística no mercado pet: por que ela impacta direto o faturamento da loja

No varejo pet, muita gente ainda enxerga a logística como um assunto operacional, quase invisível. Algo que acontece “nos bastidores” e que só chama atenção quando dá errado. Esse é um erro caro. A logística impacta diretamente o faturamento da loja, a fidelização do cliente e a percepção de profissionalismo do negócio. Não importa se o mix é bom, se os preços são competitivos ou se o atendimento é excelente. Quando o produto não está disponível na prateleira, a venda simplesmente não acontece. E, no mercado pet, o custo dessa falha vai muito além de uma venda perdida. O mercado pet trabalha com urgência, não com conveniência Diferente de outros segmentos do varejo, o mercado pet lida com produtos de necessidade recorrente. Ração, areia, medicamentos, antipulgas e itens de higiene fazem parte da rotina do tutor. Quando esses produtos acabam, a compra não pode esperar. Nesse contexto, a logística deixa de ser apenas um meio de reposição e passa a ser parte essencial da experiência do cliente. O tutor não está disposto a voltar outro dia. Ele precisa resolver naquele momento. Segundo dados do Instituto Pet Brasil, o consumo recorrente é um dos pilares do crescimento do setor, especialmente em categorias básicashttps://institutopetbrasil.com/fatos-e-numeros/ Isso significa que qualquer falha logística impacta diretamente o caixa da loja. Atraso não é só atraso, é venda perdida Quando um pedido atrasa, o problema não se limita à frustração do lojista. O impacto real acontece no balcão. O cliente entra, procura o produto e não encontra. A consequência é imediata. Em muitos casos: Esse efeito é silencioso, mas acumulativo. Um atraso pontual pode até ser contornado. A repetição gera desconfiança. Com o tempo, a loja passa a ser vista como um ponto de venda instável. Além disso, o lojista muitas vezes precisa improvisar. Oferece um produto diferente, concede desconto ou perde tempo explicando a situação. Tudo isso consome margem e desgasta o relacionamento com o cliente. Ruptura de estoque compromete a fidelização A ruptura é um dos maiores inimigos do varejo pet. Quando o tutor não encontra o produto que costuma comprar, ele não associa o problema à logística. Ele associa à loja. A lógica do consumidor é simples. Se aquela loja não garante disponibilidade, ele procura outra que garanta. No mercado pet, a fidelidade está muito mais ligada à previsibilidade do que à promoção. Estudos sobre comportamento de consumo mostram que clientes tendem a abandonar marcas ou pontos de venda após experiências repetidas de indisponibilidadehttps://www.mckinsey.com/industries/retail/our-insights/how-retailers-can-reduce-out-of-stocks No pet shop, esse efeito é ainda mais sensível, pois envolve o cuidado com um animal. Logística eficiente protege o ticket médio Quando a loja trabalha com reposição previsível, ela consegue manter o mix completo. Isso impacta diretamente o ticket médio. O cliente que encontra tudo o que precisa tende a comprar mais. Por outro lado, a ruptura quebra o fluxo de compra. O tutor entra para comprar ração, mas não encontra a areia. Ele compra apenas o item principal e resolve o restante em outro lugar. A loja perde a venda complementar. Com o tempo, essa perda se repete e afeta o faturamento mensal sem que o lojista perceba claramente de onde vem o problema. O custo invisível da má logística Além da venda perdida, a logística mal resolvida gera custos indiretos que muitas vezes não entram na conta. Entre eles: Esses fatores corroem o lucro de forma silenciosa. A loja continua faturando, mas a rentabilidade cai. Por isso, olhar para a logística apenas como “entrega de pedido” é subestimar o impacto que ela tem no resultado final do negócio. Distribuidor como peça-chave da operação Nesse cenário, o distribuidor deixa de ser apenas um intermediário e passa a ser uma peça estratégica da operação do pet shop. Ele é o elo entre a indústria e o ponto de venda. Quando esse elo falha, todo o sistema sente. Um distribuidor bem estruturado contribui para: Além disso, um bom distribuidor entende o ritmo do varejo. Ele não trabalha apenas com pedido, mas com previsibilidade. Isso permite que o lojista planeje melhor suas compras e evite tanto a falta quanto o excesso de produtos. Previsibilidade gera confiança Quando o lojista sabe que pode contar com prazos claros e consistentes, ele toma decisões melhores. Ajusta o mix, organiza o estoque e melhora a exposição dos produtos. Tudo isso reflete na experiência do cliente final. A previsibilidade logística cria um ciclo positivo: Esse ciclo é difícil de manter quando a logística é instável. Logística e posicionamento da loja A forma como a loja se posiciona no mercado também está ligada à logística. Lojas que trabalham com produtos premium ou marcas específicas não podem se dar ao luxo de rupturas frequentes. O tutor que escolhe um produto premium costuma ser menos flexível. Se ele não encontra a marca que confia, a frustração é maior. Nesse caso, a logística precisa ser ainda mais precisa. Portanto, quanto mais sofisticado o posicionamento da loja, maior a importância de uma cadeia logística eficiente. O impacto direto no faturamento No fim das contas, logística é faturamento. Não de forma indireta ou abstrata, mas de maneira prática e mensurável. Cada produto que não chega no prazo representa uma venda que pode não acontecer. Cada ruptura representa um cliente que pode não voltar. O varejo pet é um mercado competitivo. Pequenas falhas acumuladas fazem grande diferença ao longo do tempo. Por isso, lojas que tratam a logística como parte da estratégia comercial tendem a crescer de forma mais consistente.

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Pet humanizado demais? Como o comportamento do tutor está mudando o mix das lojas

Durante muito tempo, o mercado pet foi tratado como um varejo funcional. O tutor entrava na loja, comprava ração, areia ou um antipulgas e ia embora. Hoje, esse comportamento mudou de forma estrutural. O tutor não compra apenas para o animal. Ele compra para si, para o vínculo emocional que tem com o pet e para a forma como quer ser percebido como cuidador. Esse movimento não é apenas uma “tendência pet”. Ele está diretamente ligado à mudança no comportamento de consumo, influenciado por fatores culturais, emocionais e sociais. O resultado é um impacto direto no mix de produtos, na forma de exposição, no discurso de venda e até na escolha dos fornecedores. A humanização do pet como reflexo do novo consumidor A humanização do pet não começa no produto. Ela começa na forma como o tutor enxerga o animal dentro da família. Cães e gatos deixaram de ocupar um espaço secundário e passaram a ser tratados como membros ativos do lar. Isso muda completamente a lógica de compra. O tutor moderno toma decisões parecidas com aquelas que faz para si mesmo. Ele compara marcas, avalia ingredientes, se preocupa com origem, sustentabilidade, estética e propósito. Em muitos casos, o produto precisa “fazer sentido” emocionalmente antes de fazer sentido tecnicamente. De acordo com dados do Instituto Pet Brasil, o setor pet segue em crescimento contínuo no país, impulsionado principalmente pelo aumento do gasto médio por animal e pela busca por produtos de maior valor agregadohttps://institutopetbrasil.com/fatos-e-numeros/ Esse crescimento não vem apenas do aumento do número de pets, mas da mudança na forma de consumo. Produtos emocionais: quando a compra vai além da necessidade Produtos emocionais são aqueles que não atendem apenas a uma função básica. Eles entregam significado, sensação de cuidado, status ou pertencimento. No varejo pet, isso se traduz em itens que despertam identificação imediata no tutor. Alguns exemplos claros: Esses produtos não competem por preço. Eles competem por percepção. O tutor aceita pagar mais quando sente que está oferecendo algo especial ao pet. O valor está na experiência, não apenas no uso. Para o lojista, isso significa repensar o mix. Não basta ter variedade. É preciso ter produtos que conversem com esse novo perfil de consumidor, que compra com o coração antes de comprar com a razão. Valor percebido: o que realmente faz o tutor pagar mais O conceito de valor percebido é central nesse novo cenário. O tutor não avalia apenas o preço final. Ele avalia o conjunto da entrega. Isso inclui embalagem, comunicação, posicionamento da marca e coerência entre discurso e produto. Um snack com ingredientes simples pode ter baixo valor percebido se a embalagem for genérica e a comunicação for rasa. Por outro lado, um produto semelhante pode ser percebido como premium quando apresenta: Esse comportamento é semelhante ao que já acontece no varejo alimentar e cosmético. O pet shop, cada vez mais, absorve essas referências. Segundo análise da Euromonitor International, consumidores tendem a gastar mais em categorias onde existe conexão emocional e sensação de cuidado personalizadohttps://www.euromonitor.com/consumer-health-and-nutrition No mercado pet, essa lógica se aplica com força total. Embalagem deixou de ser detalhe e virou argumento de venda A embalagem é o primeiro contato do tutor com o produto. Em um ambiente de loja física, ela precisa cumprir um papel que antes era do vendedor. Informar, atrair e gerar confiança. Embalagens que funcionam melhor nesse novo contexto costumam apresentar: O tutor quer entender rapidamente o que está comprando e por que aquele produto é diferente. Quando isso não acontece, a decisão de compra trava. Além disso, embalagens bem resolvidas ajudam o lojista na exposição. Produtos visualmente coerentes facilitam a organização das prateleiras e aumentam o tempo de permanência do cliente na loja. Storytelling: marcas que contam histórias vendem mais O storytelling deixou de ser uma estratégia exclusiva de grandes marcas. No varejo pet, ele se tornou uma ferramenta prática de diferenciação. Marcas que contam histórias claras criam vínculo. Isso pode acontecer de várias formas: O tutor não quer apenas saber o que o produto faz. Ele quer saber por que ele existe. Quando essa história é bem contada, o produto deixa de ser apenas um item na prateleira e passa a representar uma escolha consciente. Para o lojista, trabalhar com marcas que possuem storytelling bem definido facilita a venda e reduz a necessidade de argumentação técnica excessiva no ponto de venda. Posicionamento: nem todo produto precisa ser para todo mundo Um erro comum no varejo pet é tentar atender todos os perfis ao mesmo tempo, sem clareza de posicionamento. O novo comportamento do tutor exige escolhas mais estratégicas. Produtos emocionais e de maior valor agregado funcionam melhor quando estão inseridos em um contexto coerente. Misturar itens premium com produtos extremamente básicos, sem critério de exposição, pode diluir a percepção de valor. O posicionamento do mix precisa considerar: Não se trata de excluir produtos de giro rápido, mas de organizar o mix de forma que cada categoria cumpra um papel claro dentro da estratégia da loja. O papel do distribuidor nesse novo cenário Com a mudança no comportamento do tutor, o papel do distribuidor também evolui. Ele deixa de ser apenas um fornecedor de produtos e passa a atuar como parceiro estratégico na curadoria do mix. Um distribuidor alinhado com o mercado ajuda o lojista a: Essa parceria se torna ainda mais importante em um cenário onde o consumidor está mais exigente, mais informado e menos fiel a marcas que não entregam valor real. O impacto direto no futuro do varejo pet O movimento de humanização do pet não dá sinais de desaceleração. Pelo contrário. Tudo indica que o tutor continuará buscando produtos que representem cuidado, afeto e responsabilidade. Lojas que entenderem esse comportamento tendem a: Já aquelas que mantiverem um mix puramente funcional correm o risco de competir apenas por preço, um caminho cada vez mais difícil em um mercado competitivo.

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Tendências do mercado pet para 2026: o que esperar?

O mercado pet brasileiro já deixou de ser “promessa” faz tempo. Ele é um dos poucos segmentos que continuaram crescendo mesmo em cenário econômico instável, e tudo indica que 2026 vem para consolidar ainda mais esse movimento. Para distribuidores como a Hupernikão e para pet shops de todos os portes, entender para onde o setor está indo é questão de sobrevivência estratégica, não só de curiosidade. A combinação de humanização dos pets, avanço do varejo digital, aumento do ticket médio em produtos premium e maior participação de serviços transforma o cenário. Quem continuar operando no modo “loja de bairro que só vende ração” tende a ficar para trás. Quem enxergar tendências e se antecipar, ganha mercado. A seguir, um panorama das principais tendências do mercado pet para 2026 e como elas se conectam com a rotina de distribuidores, lojistas e tutores. 1. Crescimento consistente, mas mais competitivo O setor pet no Brasil ocupa o topo do ranking mundial em tamanho de mercado, brigando entre as primeiras posições globais em faturamento. A expectativa para 2026 não é de explosão, e sim de crescimento consistente, com alguns movimentos claros: Para a Hupernikão, isso significa atuar como braço estratégico dos lojistas independentes: não é só entregar produto, é entregar inteligência de portfólio, posicionamento e giro. 2. Premiumização: tutor disposto a pagar mais por qualidade A “premiumização” não é modinha, é mudança estrutural. O tutor está mais informado, pesquisa, compara, segue veterinários e influenciadores, e entende que: Em 2026, a tendência é de expansão do portfólio premium, não só em ração, mas também em: Pet shops que continuam apostando só no básico brigam por preço. Quem entende a lógica premium, trabalha mix, exposição e argumento de venda, passa a competir por valor percebido. 3. Pet tech: digitalização do relacionamento com o tutor Outro vetor forte para 2026 é a consolidação das chamadas pet techs — soluções tecnológicas voltadas para o universo pet. Não estamos falando só de gadgets, mas de toda a jornada digital: Para o lojista, isso se traduz em: A Hupernikão pode se posicionar como parceira que conecta indústria, varejo e tecnologia, apoiando pet shops na transição para um modelo mais estruturado. 4. Omnicanal: físico, digital e WhatsApp se misturam de vez Em 2026, o tutor não enxerga mais linha divisória entre online e offline. Ele: O pet shop que ainda acha que “não precisa vender online” perde espaço para quem integra canais. Isso não significa virar um grande e-commerce, mas sim: Omnicanal não é luxo de rede grande, é padrão mínimo para quem quer ser relevante em 2026. 5. Serviços como motor de recorrência e ticket Produtos geram receita, mas serviços geram recorrência. Banho e tosa, por exemplo, criam um fluxo fixo de visita mensal (ou quinzenal) que: Até 2026, a tendência é ver mais: Distribuidores atentos entenderão que treinar equipes e oferecer kits de serviços (produtos pensados para o dia de banho, por exemplo) é um baita diferencial competitivo. 6. Bem-estar emocional: foco em ansiedade, estresse e enriquecimento Outro eixo forte para 2026 é o cuidado com o bem-estar emocional dos pets. Principalmente pós-pandemia, com rotinas alteradas e tutores passando a ficar mais tempo fora de casa de novo, aumentam os casos de: Isso abre espaço para: O lojista que consegue explicar esse conceito e montar “ilhas de bem-estar” na loja sai muito à frente. O distribuidor, por sua vez, precisa ter um mix sólido nessa linha e conhecimento para orientar os pontos de venda. 7. Saúde preventiva e produtos de apoio A medicina veterinária também está migrando cada vez mais para o modelo preventivo, não apenas reativo. Isso impacta diretamente o portfólio de produtos vendidos na ponta: Essa tendência se conecta diretamente à premiumização: tutores investem em produtos melhores para evitar problemas mais graves (e mais caros) lá na frente. 8. Sustentabilidade entrando de vez na pauta O tema sustentabilidade passa a pesar mais nas decisões de consumo até 2026. Não significa que o tutor vai comprar só produto ecológico, mas sim que: Para distribuidores, isso pode orientar a seleção de portfólio e a forma de comunicar as linhas mais modernas para os lojistas. 9. Profissionalização do pequeno varejo pet Com grandes redes, e-commerces robustos e marketplaces crescendo, o pequeno pet shop só tem uma saída: profissionalizar operação. Alguns movimentos que tendem a se intensificar até 2026: A Hupernikão pode assumir papel de “consultoria leve” para seus clientes, indo além da venda e ajudando o pequeno varejo a entrar nesse novo patamar. 10. Papel do distribuidor como parceiro estratégico Em 2026, o distribuidor que só entrega pedido vai perder relevância.O distribuidor que mais cresce será: Ou seja: quem estiver mais perto do lojista, ensinando, sugerindo, apoiando, sai na frente.A Hupernikão tem espaço ideal para se posicionar como essa ponte entre indústria e pet shops, principalmente no Rio Grande do Sul.

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Produtos premium: vale a pena investir?

O mercado pet brasileiro vive um movimento claro de valorização da qualidade. Tutores estão mais informados, mais conectados às necessidades dos seus animais e mais dispostos a pagar por produtos que entreguem melhor nutrição, bem-estar, durabilidade e segurança. Esse comportamento elevou o consumo de produtos premium e super premium, que já representam uma fatia expressiva do faturamento de pet shops em todo o país — inclusive no Rio Grande do Sul, onde a Hupernikão atua com grande influência sobre o varejo regional. Mas a pergunta permanece: vale mesmo a pena investir em produtos premium?A resposta exige enxergar o comportamento do consumidor, a lógica de mercado, a rentabilidade das categorias e o papel estratégico do pet shop como consultor do tutor. A seguir, um panorama completo que mostra por que investir nesse segmento pode ser uma das decisões mais lucrativas para o varejo pet. 1. O novo perfil do tutor brasileiro favorece o premium Há alguns anos, produtos premium eram vistos como nicho restrito. Hoje, eles representam um movimento de mercado consolidado. Três fatores explicam isso: 1.1 Humanização dos pets Os animais passaram a assumir papel de filhos, companheiros de rotina e membros centrais da família. Isso aumenta a disposição do tutor para investir em qualidade. 1.2 Informação acessível Com redes sociais, veterinários influenciadores e conteúdos educativos, o tutor entende melhor a diferença entre ração comum e super premium, entre brinquedos básicos e interativos, entre shampoos simples e produtos dermatológicos. 1.3 Busca por longevidade e prevenção Cada vez mais tutores preferem investir em produtos de melhor qualidade para evitar problemas futuros — como alergias, obesidade, doenças articulares e estresse. O premium, portanto, deixa de ser luxo e passa a ser lógica de cuidado. 2. O que caracteriza um produto premium no universo pet Para entender por que esses produtos valem o investimento, é preciso saber o que os diferencia dos itens básicos. 2.1 Rações premium e super premium Resultado: saúde melhor, pelagem mais bonita e mais energia. E, claro, maior rendimento, pois o pet come menos para obter os mesmos nutrientes. 2.2 Petiscos e snacks premium Diferenciam-se por valor nutricional e segurança. 2.3 Brinquedos premium Para cães ansiosos ou destrutivos, esses brinquedos fazem enorme diferença no comportamento. 2.4 Higiene e estética premium Essa categoria virou essencial para pets com alergias ou sensibilidade. 2.5 Acessórios premium A diferença está em segurança, conforto e durabilidade. 3. Por que produtos premium vendem mais do que parecem Muitos lojistas acreditam que produtos premium têm saída menor por causa do preço. Porém, quando bem trabalhados, eles vendem mais e melhor. Os motivos: 3.1 Aumento do ticket médio O cliente que compra premium tende a adquirir mais itens por compra: O carrinho sobe naturalmente. 3.2 Fidelização Quem compra premium e percebe resultados não troca.É cliente firme — e isso é ouro no varejo. 3.3 Margem mais alta Produtos premium normalmente entregam margens superiores.Mesmo vendendo menos unidades, o faturamento sobe. 3.4 Menor necessidade de troca e devolução Como são produtos mais confiáveis, o pós-venda é mais tranquilo. 4. O mito do “cliente da região não compra premium” Essa é uma crença comum, mas não é verdadeira.O tutor compra premium quando: O papel do pet shop, apoiado pelo distribuidor, é explicar benefícios reais, não apenas mostrar o preço. Quando o tutor entende, a objeção cai e a compra acontece. 5. Quando oferecer produtos premium funciona melhor Algumas situações são ideais para introduzir produtos premium: 5.1 Banho e tosa O tutor percebe a pelagem mais macia e brilhante quando o groomer usa produtos premium.Isso abre oportunidade para vender a linha para uso doméstico. 5.2 Troca de ração Quando o tutor reclama de: É o momento perfeito para migrar para uma ração de maior qualidade. 5.3 Adoção de filhotes Quem adota um filhote tende a investir mais.É o timing ideal para apresentar produtos premium de cuidado, enriquecimento ambiental e saúde. 5.4 Problemas comportamentais Brinquedos premium e petiscos funcionais fazem muita diferença para cães ansiosos, gatos entediados ou pets sem rotina de estímulos. 5.5 Festas e sazonalidade No fim do ano, kits premium de presente têm altíssimo giro.No inverno, roupas e camas premium disparam.No verão, filtros de água e itens de hidratação ganham força. 6. Como o pet shop deve trabalhar produtos premium para aumentar vendas 6.1 Exposição estratégica Produtos premium devem ficar ao alcance visual, não escondidos nas prateleiras altas. 6.2 Argumentos claros para equipe de venda A equipe precisa saber comunicar: 6.3 Demonstração de uso No banho e tosa, usar produtos premium na finalização cria efeito imediato: brilho, perfume, toque.Isso converte venda naturalmente. 6.4 Kits prontos Kits premium aumentam ticket médio e simplificam a compra. 6.5 Educar o cliente Posts, reels e dicas ajudam o cliente a enxergar valor antes mesmo de entrar na loja. 7. Por que vale a pena para o distribuidor investir no premium Para parceiros como a Hupernikão, trabalhar um portfólio premium traz benefícios relevantes: No fim, trabalhar premium não é só vender caro; é vender melhor, com sustentabilidade e fidelização.

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Marketing digital para pet shops: dicas práticas

O mercado pet brasileiro vive um crescimento constante há mais de uma década. De acordo com o Instituto Pet Brasil, o setor já ultrapassa R$ 68 bilhões ao ano, e uma fatia importante desse avanço vem do comportamento digital dos tutores. Donos de cães e gatos pesquisam, comparam preços, seguem perfis especializados, buscam recomendações e compram cada vez mais pela internet. Para pet shops, dominar o marketing digital deixou de ser diferencial e se tornou obrigação competitiva. Lojas que aprendem a trabalhar presença online fortalecem a marca, aumentam fluxo presencial, vendem mais via WhatsApp e fidelizam clientes. Distribuidoras como a Hupernikão podem apoiar pet shops nessa jornada, mostrando caminhos práticos e acessíveis para implementar ações consistentes. A seguir, um guia completo com estratégias realmente aplicáveis para pequenos e médios pet shops. 1. Definir um posicionamento claro e reconhecível Marketing digital não funciona quando a marca não sabe quem é. Antes de falar em redes sociais, anúncios e conteúdo, o pet shop precisa definir: Negócios que comunicam tudo para todo mundo acabam não comunicando nada.Definir um posicionamento único faz a marca ser lembrada e desejada. 2. Construir uma presença forte nas redes sociais Instagram e TikTok são vitais para pet shops. Mas presença digital não é só “postar fotos de produtos”. O que realmente funciona é: Conteúdo que resolve dúvidas do tutor: Conteúdo que humaniza a marca: Conteúdo que incentiva compra: Redes sociais são, hoje, o principal canal de descoberta para pet shops físicos. Quando o tutor confia no perfil, ele confia no serviço. 3. Vender pelo WhatsApp de forma profissional O WhatsApp é onde a conversão acontece de verdade para pet shops locais.Mas muitos ainda usam de forma amadora. Para maximizar vendas: Uma boa gestão de WhatsApp aumenta recorrência, reduz dúvidas e acelera decisões de compra. 4. Trabalhar SEO local para ser encontrado no Google Grande parte dos tutores procura “pet shop perto de mim”, “banho e tosa”, “comprar ração em [cidade]”. Para aparecer nessas buscas, o pet shop precisa: Google Meu Negócio otimizado: Informações de localização consistentes: O endereço precisa estar igual em todos os canais: Instagram, site, anúncios e WhatsApp. Com isso, o Google entende que a empresa é confiável e começa a exibir o pet shop nas buscas locais. 5. Rodar anúncios simples e inteligentes Pet shops não precisam de campanhas complexas para performar bem. Um anúncio bem configurado no Meta Ads já aumenta muito o fluxo. Campanhas que funcionam: Valores pequenos já funcionam: R$ 10 a R$ 20 por dia normalmente geram ótimos resultados em negócios locais. 6. Criar campanhas sazonais inteligentes O pet shop que domina sazonalidade vende mais.O calendário básico inclui: A Hupernikão pode auxiliar lojistas com material gráfico, sugestões de kits e listas de produtos que giram mais rápido em cada época do ano. 7. Criar autoridade com conteúdo educativo O tutor confia no pet shop que explica bem.Conteúdos educativos constroem autoridade e aproximam a marca. Assuntos que performam muito: Esse tipo de conteúdo não só gera engajamento, como aumenta o tempo de vida do cliente (LTV), porque o tutor confia mais na loja. 8. Coletar avaliações e depoimentos Na realidade do pet, depoimentos valem ouro.A maior dor do tutor é confiar que o pet será bem tratado. Avaliações ajudam a quebrar essa barreira. Incentive: Avaliação positiva não só aumenta o fluxo digital, como influencia diretamente compras de produtos premium. 9. Fidelizar clientes com benefícios simples Fidelização tem impacto direto no faturamento.Ações simples aumentam recorrência: O tutor volta para quem demonstra cuidado e consistência. 10. Usar dados para tomar decisões mais inteligentes O digital dá ao pet shop algo que antes era impossível: visão clara do comportamento do cliente. Quando a loja observa onde estão as interações, quais posts performam mais, quais anúncios geram mais mensagem e quais produtos têm maior saída, ela consegue: Para a Hupernikão, isso significa apoiar o lojista com informações atualizadas de giro, sazonalidade e comportamento do consumidor no Rio Grande do Sul. 11. Construir relacionamento contínuo com clientes Marketing digital não é campanha isolada; é construção diária. O tutor precisa sentir que o pet shop está presente, ativo e acessível.Isso passa por: Negócios do setor pet crescem quando se tornam parte da rotina do tutor — e o digital é a ponte para isso.

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Top 10 nomes mais populares para pets no Brasil (Cães e Gatos)

Escolher o nome do pet é um dos momentos mais marcantes para qualquer tutor. É a primeira decisão que constrói vínculo, personalidade e identidade para aquele animal que, na prática, entra para a família. No Brasil, esse comportamento é tão forte que tendências de nomes seguem padrões culturais, influências midiáticas, mudanças sociais e até comportamentos geracionais. Nos últimos anos, cães e gatos passaram por um processo de “humanização” muito evidente — e isso refletiu diretamente na escolha dos nomes. Segundo levantamentos recentes de empresas de seguro pet, microchipagem, grandes pet centers e plataformas de cadastro animal, o Brasil segue um padrão consistente de nomes curtos, fáceis de pronunciar e com forte carga afetiva. Além disso, cresce a adoção de nomes humanos e de referências pop, filmes, músicas e personagens de séries. A seguir, um panorama completo dos 10 nomes mais populares para cães e gatos no país, além de insights que podem ajudar pet shops e distribuidores — como a Hupernikão — a entender melhor o comportamento de consumo dos tutores. 1. Mel “Mel” permanece há anos entre os nomes mais escolhidos para cadelas. A sonoridade suave, a associação com doçura e a facilidade de pronúncia fazem dele um dos favoritos no Brasil inteiro. É extremamente popular entre tutores de shih-tzu, poodles, lhasas e vira-latas. 2. Nina Outro clássico absoluto. Forte entre cães e gatos, “Nina” é um nome curto, carinhoso e com apelo universal. Tem forte adesão entre tutoras jovens e famílias que adotam animais resgatados. 3. Luna Luna cresceu mundialmente nos últimos anos, influenciada por cultura pop e estética mística. No Brasil, tomou força principalmente entre tutores de gatos. É um nome associado à leveza, beleza e espiritualidade. 4. Bob Entre os machos, Bob continua no topo porque é simples, direto e atemporal. Está entre os nomes mais registrados em clínicas e pet shops, especialmente em cães de porte médio e grande. 5. Thor Um dos maiores efeitos de influência pop no segmento pet. Depois do sucesso do personagem da Marvel, o nome disparou entre machos, principalmente cães mais robustos: pitbulls, rottweilers, pastores e vira-latas de porte grande. 6. Marley Outro nome influenciado por cinema e música. Depois do filme “Marley & Eu”, o nome se consolidou e permanece entre os mais procurados para cães dóceis, amorosos e bagunceiros — uma descrição que combina com a história original. 7. Luke Um nome que cresceu muito nos últimos anos, especialmente no público mais jovem. Curto, moderno e internacional, virou destaque entre cães de pequeno porte e gatos machos. Também é forte entre fãs de cultura geek. 8. Simba Simba não sai do top brasileiro desde que “O Rei Leão” voltou a ser tendência. Entre gatos, esse nome tem adesão altíssima, mas também aparece bastante em cães caramelo — talvez pela combinação entre cor e personalidade. 9. Amora Amora conquistou o coração dos tutores brasileiros por ser um nome doce, alegre e marcante. Forte entre cadelas pequenas (yorkshire, spitz, pinscher, shih-tzu), também é muito usado para gatinhas. 10. Chico Nome afetuoso, brasileiro, fácil de falar e que combina com qualquer raça. Cresceu com a onda de nomes humanos para pets e hoje é um dos mais simpáticos e populares. Para gatos, Chico é praticamente um ícone nacional. Por que esses nomes fazem tanto sucesso? A popularidade dos nomes reflete comportamentos claros: 1. Humanização dos pets Os animais são tratados como membros da família, e isso leva à escolha de nomes que poderiam facilmente pertencer a uma criança. 2. Influência da cultura pop Filmes, séries e música impactam decisões. Thor, Simba, Marley e Luke são exemplos diretos desse movimento. 3. Preferência por nomes curtos Nomes com duas sílabas dominam porque são mais fáceis de reforço auditivo, adestramento e comunicação no dia a dia. 4. Carinho e afeto expressos no nome Tutores buscam nomes que transmitam personalidade: doce, forte, brincalhão, corajoso, delicado. Tendências emergentes para os próximos anos Comportamentos de mercado indicam que novos nomes estão ganhando força e podem entrar no top 10 no futuro próximo. Nomes que estão subindo rapidamente: Esses nomes têm como característica: Para pet shops, acompanhar tendências ajuda a criar produtos personalizados, plaquinhas de identificação, tags gravadas, kits e brindes com nomes entre os mais pedidos — o que aumenta vendas por impulso. Diferenças entre nomes de cães e de gatos no Brasil Embora haja interseção, existem padrões bem claros: Para cães: Para gatos: Gatos recebem nomes mais simbólicos; cães tendem a receber nomes mais sociais. Como pet shops podem usar essa lista de forma estratégica A lista dos nomes mais populares não é só curiosidade — é uma ferramenta comercial poderosa.Veja como isso pode virar venda: 1. Tags personalizadas com nomes prontos Ter plaquinhas de identificação com “Mel”, “Nina”, “Luna”, “Thor”, “Bob” e “Simba” aumenta conversão.O tutor compra na hora. 2. Camisetas, roupinhas e acessórios com nomes comuns Mesmo com personalização avulsa, estoque com nomes populares gira mais rápido. 3. Displays temáticos no PDV “Mande amor para a Luna”, “Presentes para o Thor”, “Linha especial para a Mel”.A personalização cria conexão emocional. 4. Conteúdo digital para redes sociais Posts listando nomes, quizzes e enquetes geram engajamento rápido — o algoritmo adora. 5. Aprimorar atendimento Equipes que conhecem tendências criam conversas mais naturais com os clientes. Para distribuidores como a Hupernikão, oferecer esse tipo de insight ajuda pet shops a se posicionarem melhor, venderem mais e se conectarem com o público final.

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Como aumentar as vendas no seu pet shop com produtos estratégicos para final de ano

O fim de ano é, historicamente, um dos períodos mais quentes para o varejo pet. O movimento aumenta, os tutores ficam mais propensos a presentear, surgem demandas específicas para viagens, hospedagens, cuidados estéticos e prevenção. Pet shops que planejam bem esse ciclo conseguem elevar o tíquete médio, girar estoque e conquistar clientes que permanecem o ano todo. Para distribuidores como a Hupernikão, é o momento ideal para apoiar lojistas com mix inteligente, campanhas assertivas e produtos de alta saída. O crescimento do setor PET no Brasil — que já passa de R$ 68 bilhões ao ano, segundo o Instituto Pet Brasil — mostra que a sazonalidade tem peso estratégico. No fim de ano, há pelo menos quatro fatores que impulsionam consumo: presentes, viagens, cuidados estéticos para festas, e aumento do fluxo de tutores nas lojas. A questão-chave é: como transformar esse comportamento em vendas consistentes? 1. Entender a sazonalidade do fim de ano para montar um mix mais inteligente O comportamento de compra muda completamente no período entre novembro e janeiro. Lojistas precisam antecipar esse movimento e ajustar o portfólio com itens que resolvam as dores mais comuns: Com base nisso, alguns grupos de produtos ganham protagonismo e não podem faltar no PDV. 2. Produtos de presente: kits prontos que aumentam ticket médio No final de ano, o tutor não quer perder tempo montando combinações. Itens empacotados de forma bonita, prática e temática vendem mais que produtos soltos. Kits que tendem a performar muito bem: O pet shop vende mais porque entrega conveniência. E para o tutor, é mais fácil presentear alguém com um combo pronto do que escolher item por item. Dica prática: posicione kits perto do caixa e próximos à árvore de Natal ou displays sazonais. A compra por impulso cresce muito quando a exposição é visualmente forte. 3. Linha de autocuidado e estética: um dos maiores saltos de consumo no fim de ano O tutor quer o pet cheiroso, bonito e fotografável para festas, fotos em família e encontros sociais.Isso aumenta brutalmente a procura por: Serviços de banho e tosa também explodem. Lojistas que já deixam combos preparados conseguem aumentar conversão: A Hupernikão pode orientar os lojistas sobre quais linhas têm melhor giro, maior margem e melhor percepção de valor na região sul — onde os clientes valorizam bastante produtos premium. 4. Produtos para viagens: uma das oportunidades mais ignoradas pelos pet shops Fim do ano = estrada cheia, aeroporto lotado, hotéis pet friendly, famílias indo visitar parentes em outras cidades. Este cenário movimenta um arsenal de produtos que muitos lojistas subestimam. Itens essenciais para quem viaja com pets: Pet shops que montam uma “ilha de viagem” no PDV capturam vendas de tutores que nem sabiam que precisavam desses itens. 5. Bem-estar emocional: produtos para reduzir estresse em festas e fogos A virada do ano ainda é um período crítico para cães e gatos devido aos fogos. Os tutores estão mais conscientes e buscam alternativas para minimizar ansiedade. Produtos de grande procura: Esse mix costuma performar muito bem quando o lojista trabalha informação + exposição. Uma simples placa “Prepare seu pet para o Ano Novo” já dobra a conversão. 6. Snacks e petiscos: os campeões do período Snacks são a compra mais emocional do universo pet. No fim do ano, o tutor quer agradar, recompensar, aproximar. O consumo dispara. Itens de alto giro: O distribuidor deve orientar o lojista a trabalhar variedade + margem: petiscos premium têm ótima percepção de valor e geralmente entregam margens superiores às de produtos básicos. 7. Como organizar o PDV para vender mais no ciclo de festas A exposição é o motor invisível das vendas. Mesmo com um bom mix, pet shops perdem oportunidades quando deixam tudo “espalhado” sem curadoria visual. Boas práticas para varejo físico: Pets shops que constroem experiência visual conseguem aumentar o tíquete médio sem elevar o fluxo. 8. Treinar a equipe para vender melhor no fim de ano Nenhum produto vende sozinho. O atendimento consultivo transforma interesse em venda de verdade. E a Hupernikão é peça-chave nesse processo, facilitando treinamentos e materiais educativos. Pontos que a equipe deve dominar: Equipes treinadas convertem mais e geram confiança. 9. Gerar experiência digital para amplificar vendas físicas Mesmo pet shops tradicionais precisam trabalhar redes sociais no fim de ano com mais estratégia. Conteúdos que funcionam muito: Quando o lojista aprende a usar o digital como vitrine, o fluxo físico acompanha. 10. Diagnóstico de estoque: como preparar a loja para não perder venda O maior erro dos pet shops no fim de ano é faltar produto no pico da demanda. Por isso, o planejamento deve considerar:

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Como escolher a ração ideal para seu pet

Escolher a ração ideal para um cão ou gato parece simples à primeira vista, mas quem atua de perto no mercado pet sabe que esse é um dos temas que mais geram dúvidas nos tutores. O setor evoluiu demais nos últimos anos: surgiram linhas super premium, dietas específicas para doenças, versões grain free, rações naturais, soluções para diferentes portes e até fórmulas exclusivas para determinadas raças. Para o tutor comum, essa variedade vira um labirinto. Para o distribuidor — como a Hupernikão — é uma oportunidade valiosa de orientar revendas e petshops com informação sólida. A escolha correta da ração impacta diretamente qualidade de vida, energia, longevidade, pelagem, imunidade, saúde intestinal e até comportamento. Por isso, entender critérios técnicos e práticos é essencial para recomendar o alimento certo a cada pet. 1. Entender a fase da vida é o ponto de partida Filhotes, adultos e idosos têm necessidades completamente diferentes. Marcas sérias, seguindo a AAFCO (Association of American Feed Control Officials), formulam seus alimentos com perfis nutricionais adequados para cada etapa. Filhotes (cães e gatos) Filhotes têm o metabolismo mais acelerado e precisam de: Adultos A fase adulta exige manutenção. O foco aqui é: Idosos Pets sêniores tendem a perder massa muscular e desenvolver sensibilidade digestiva. As rações próprias para essa fase costumam: 2. Porte e peso importam mais do que parece No caso dos cães, alimentos para porte não são frescura de marketing. A indústria cria granulometria, densidade e perfis energéticos diferentes conforme o tamanho do animal. Para gatos, o porte importa menos, mas o peso é um fator crítico: obesidade felina está ligada a diabetes, doenças urinárias e problemas articulares. Rações “light” ou de “controle de peso” são essenciais quando há tendência ao ganho calórico. 3. Composição: o que observar no rótulo Rótulos contam praticamente tudo que o tutor precisa saber, mas a leitura técnica ainda é pouco difundida. Para evitar erros, é importante observar: Ordem dos ingredientes A lista de ingredientes aparece sempre da maior para a menor quantidade. Se o primeiro item é proteína de origem animal (“frango, peru, peixe”), ótimo. Se aparecem farinhas “vagas” como “subprodutos de origem animal” sem especificação, isso indica uma matéria-prima menos nobre. Proteínas Proteína de qualidade define digestibilidade, musculatura, saúde da pele e vitalidade. As melhores vêm de: Cuidado com “proteína bruta” enganosa: ela pode vir de fontes vegetais como soja ou milho, que não entregam o mesmo valor biológico. Gorduras Gorduras boas são essenciais, e o tutor deve observar fontes como: Carboidratos Carboidratos não são vilões, mas precisam ser de boa digestão. Arroz, batata-doce e milho extrusado podem funcionar bem quando bem processados. Pets com alergias podem precisar de rações grain free, desde que haja orientação de um profissional. Aditivos funcionais Boas rações incluem: Quando esses itens aparecem explicitados, é um ótimo sinal. 4. Rações específicas para necessidades especiais Nem todo pet pode comer ração comum. Cada vez mais, tutores procuram alimentos direcionados a situações específicas. Controle urinário (principalmente gatos) Alimentos formulados para evitar: Essas rações trabalham pH urinário e aporte mineral adequado. Sensibilidade alimentar Pets com alergias ou dermatites podem se beneficiar de: Gastrointestinais Para pets com vômito frequente, diarreia ou síndrome do intestino sensível, rações GI ajudam através de: Controle de peso Ideal para pets sedentários, castrados ou com obesidade: Claro que, nesses casos, orientação veterinária é obrigatória. 5. Atenção ao estilo de vida do pet Dois cães adultos de mesmo porte podem ter necessidades completamente diferentes dependendo da rotina. Pet ativo Pet indoor (gatos) Pets castrados A castração altera o metabolismo, reduz a atividade e aumenta a fome. Por isso, linhas “castrados” existem por uma razão técnica real. 6. Orçamento também importa — e muito O tutor quer o melhor possível dentro do bolso. Por isso, entender o posicionamento das categorias faz diferença: Uma ração super premium, mesmo mais cara, tende a render mais por dia — porque o pet come menos para obter a mesma energia. 7. Palatabilidade: o pet precisa querer comer A melhor ração do mundo não ajuda se o pet simplesmente não aceitar. Por isso: Essa transição evita diarreias e rejeição. 8. O papel estratégico do distribuidor na escolha Para a Hupernikão, orientar petshops e agropecuárias no Rio Grande do Sul sobre posicionamento, categorias e diferenciais das marcas é um diferencial competitivo. O distribuidor: No fim, quando o tutor recebe a orientação certa, o giro da loja aumenta e a satisfação com a marca cresce. 9. Sinais de que a ração escolhida está funcionando Tutores devem observar: Se houver qualquer mudança negativa, vale revisar a dieta com um veterinário.

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