Tendências do mercado pet para 2026: o que esperar?
O mercado pet brasileiro já deixou de ser “promessa” faz tempo. Ele é um dos poucos segmentos que continuaram crescendo mesmo em cenário econômico instável, e tudo indica que 2026 vem para consolidar ainda mais esse movimento. Para distribuidores como a Hupernikão e para pet shops de todos os portes, entender para onde o setor está indo é questão de sobrevivência estratégica, não só de curiosidade. A combinação de humanização dos pets, avanço do varejo digital, aumento do ticket médio em produtos premium e maior participação de serviços transforma o cenário. Quem continuar operando no modo “loja de bairro que só vende ração” tende a ficar para trás. Quem enxergar tendências e se antecipar, ganha mercado. A seguir, um panorama das principais tendências do mercado pet para 2026 e como elas se conectam com a rotina de distribuidores, lojistas e tutores. 1. Crescimento consistente, mas mais competitivo O setor pet no Brasil ocupa o topo do ranking mundial em tamanho de mercado, brigando entre as primeiras posições globais em faturamento. A expectativa para 2026 não é de explosão, e sim de crescimento consistente, com alguns movimentos claros: Para a Hupernikão, isso significa atuar como braço estratégico dos lojistas independentes: não é só entregar produto, é entregar inteligência de portfólio, posicionamento e giro. 2. Premiumização: tutor disposto a pagar mais por qualidade A “premiumização” não é modinha, é mudança estrutural. O tutor está mais informado, pesquisa, compara, segue veterinários e influenciadores, e entende que: Em 2026, a tendência é de expansão do portfólio premium, não só em ração, mas também em: Pet shops que continuam apostando só no básico brigam por preço. Quem entende a lógica premium, trabalha mix, exposição e argumento de venda, passa a competir por valor percebido. 3. Pet tech: digitalização do relacionamento com o tutor Outro vetor forte para 2026 é a consolidação das chamadas pet techs — soluções tecnológicas voltadas para o universo pet. Não estamos falando só de gadgets, mas de toda a jornada digital: Para o lojista, isso se traduz em: A Hupernikão pode se posicionar como parceira que conecta indústria, varejo e tecnologia, apoiando pet shops na transição para um modelo mais estruturado. 4. Omnicanal: físico, digital e WhatsApp se misturam de vez Em 2026, o tutor não enxerga mais linha divisória entre online e offline. Ele: O pet shop que ainda acha que “não precisa vender online” perde espaço para quem integra canais. Isso não significa virar um grande e-commerce, mas sim: Omnicanal não é luxo de rede grande, é padrão mínimo para quem quer ser relevante em 2026. 5. Serviços como motor de recorrência e ticket Produtos geram receita, mas serviços geram recorrência. Banho e tosa, por exemplo, criam um fluxo fixo de visita mensal (ou quinzenal) que: Até 2026, a tendência é ver mais: Distribuidores atentos entenderão que treinar equipes e oferecer kits de serviços (produtos pensados para o dia de banho, por exemplo) é um baita diferencial competitivo. 6. Bem-estar emocional: foco em ansiedade, estresse e enriquecimento Outro eixo forte para 2026 é o cuidado com o bem-estar emocional dos pets. Principalmente pós-pandemia, com rotinas alteradas e tutores passando a ficar mais tempo fora de casa de novo, aumentam os casos de: Isso abre espaço para: O lojista que consegue explicar esse conceito e montar “ilhas de bem-estar” na loja sai muito à frente. O distribuidor, por sua vez, precisa ter um mix sólido nessa linha e conhecimento para orientar os pontos de venda. 7. Saúde preventiva e produtos de apoio A medicina veterinária também está migrando cada vez mais para o modelo preventivo, não apenas reativo. Isso impacta diretamente o portfólio de produtos vendidos na ponta: Essa tendência se conecta diretamente à premiumização: tutores investem em produtos melhores para evitar problemas mais graves (e mais caros) lá na frente. 8. Sustentabilidade entrando de vez na pauta O tema sustentabilidade passa a pesar mais nas decisões de consumo até 2026. Não significa que o tutor vai comprar só produto ecológico, mas sim que: Para distribuidores, isso pode orientar a seleção de portfólio e a forma de comunicar as linhas mais modernas para os lojistas. 9. Profissionalização do pequeno varejo pet Com grandes redes, e-commerces robustos e marketplaces crescendo, o pequeno pet shop só tem uma saída: profissionalizar operação. Alguns movimentos que tendem a se intensificar até 2026: A Hupernikão pode assumir papel de “consultoria leve” para seus clientes, indo além da venda e ajudando o pequeno varejo a entrar nesse novo patamar. 10. Papel do distribuidor como parceiro estratégico Em 2026, o distribuidor que só entrega pedido vai perder relevância.O distribuidor que mais cresce será: Ou seja: quem estiver mais perto do lojista, ensinando, sugerindo, apoiando, sai na frente.A Hupernikão tem espaço ideal para se posicionar como essa ponte entre indústria e pet shops, principalmente no Rio Grande do Sul.
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