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Tendências do mercado pet para 2026: o que esperar?

O mercado pet brasileiro já deixou de ser “promessa” faz tempo. Ele é um dos poucos segmentos que continuaram crescendo mesmo em cenário econômico instável, e tudo indica que 2026 vem para consolidar ainda mais esse movimento. Para distribuidores como a Hupernikão e para pet shops de todos os portes, entender para onde o setor está indo é questão de sobrevivência estratégica, não só de curiosidade. A combinação de humanização dos pets, avanço do varejo digital, aumento do ticket médio em produtos premium e maior participação de serviços transforma o cenário. Quem continuar operando no modo “loja de bairro que só vende ração” tende a ficar para trás. Quem enxergar tendências e se antecipar, ganha mercado. A seguir, um panorama das principais tendências do mercado pet para 2026 e como elas se conectam com a rotina de distribuidores, lojistas e tutores. 1. Crescimento consistente, mas mais competitivo O setor pet no Brasil ocupa o topo do ranking mundial em tamanho de mercado, brigando entre as primeiras posições globais em faturamento. A expectativa para 2026 não é de explosão, e sim de crescimento consistente, com alguns movimentos claros: Para a Hupernikão, isso significa atuar como braço estratégico dos lojistas independentes: não é só entregar produto, é entregar inteligência de portfólio, posicionamento e giro. 2. Premiumização: tutor disposto a pagar mais por qualidade A “premiumização” não é modinha, é mudança estrutural. O tutor está mais informado, pesquisa, compara, segue veterinários e influenciadores, e entende que: Em 2026, a tendência é de expansão do portfólio premium, não só em ração, mas também em: Pet shops que continuam apostando só no básico brigam por preço. Quem entende a lógica premium, trabalha mix, exposição e argumento de venda, passa a competir por valor percebido. 3. Pet tech: digitalização do relacionamento com o tutor Outro vetor forte para 2026 é a consolidação das chamadas pet techs — soluções tecnológicas voltadas para o universo pet. Não estamos falando só de gadgets, mas de toda a jornada digital: Para o lojista, isso se traduz em: A Hupernikão pode se posicionar como parceira que conecta indústria, varejo e tecnologia, apoiando pet shops na transição para um modelo mais estruturado. 4. Omnicanal: físico, digital e WhatsApp se misturam de vez Em 2026, o tutor não enxerga mais linha divisória entre online e offline. Ele: O pet shop que ainda acha que “não precisa vender online” perde espaço para quem integra canais. Isso não significa virar um grande e-commerce, mas sim: Omnicanal não é luxo de rede grande, é padrão mínimo para quem quer ser relevante em 2026. 5. Serviços como motor de recorrência e ticket Produtos geram receita, mas serviços geram recorrência. Banho e tosa, por exemplo, criam um fluxo fixo de visita mensal (ou quinzenal) que: Até 2026, a tendência é ver mais: Distribuidores atentos entenderão que treinar equipes e oferecer kits de serviços (produtos pensados para o dia de banho, por exemplo) é um baita diferencial competitivo. 6. Bem-estar emocional: foco em ansiedade, estresse e enriquecimento Outro eixo forte para 2026 é o cuidado com o bem-estar emocional dos pets. Principalmente pós-pandemia, com rotinas alteradas e tutores passando a ficar mais tempo fora de casa de novo, aumentam os casos de: Isso abre espaço para: O lojista que consegue explicar esse conceito e montar “ilhas de bem-estar” na loja sai muito à frente. O distribuidor, por sua vez, precisa ter um mix sólido nessa linha e conhecimento para orientar os pontos de venda. 7. Saúde preventiva e produtos de apoio A medicina veterinária também está migrando cada vez mais para o modelo preventivo, não apenas reativo. Isso impacta diretamente o portfólio de produtos vendidos na ponta: Essa tendência se conecta diretamente à premiumização: tutores investem em produtos melhores para evitar problemas mais graves (e mais caros) lá na frente. 8. Sustentabilidade entrando de vez na pauta O tema sustentabilidade passa a pesar mais nas decisões de consumo até 2026. Não significa que o tutor vai comprar só produto ecológico, mas sim que: Para distribuidores, isso pode orientar a seleção de portfólio e a forma de comunicar as linhas mais modernas para os lojistas. 9. Profissionalização do pequeno varejo pet Com grandes redes, e-commerces robustos e marketplaces crescendo, o pequeno pet shop só tem uma saída: profissionalizar operação. Alguns movimentos que tendem a se intensificar até 2026: A Hupernikão pode assumir papel de “consultoria leve” para seus clientes, indo além da venda e ajudando o pequeno varejo a entrar nesse novo patamar. 10. Papel do distribuidor como parceiro estratégico Em 2026, o distribuidor que só entrega pedido vai perder relevância.O distribuidor que mais cresce será: Ou seja: quem estiver mais perto do lojista, ensinando, sugerindo, apoiando, sai na frente.A Hupernikão tem espaço ideal para se posicionar como essa ponte entre indústria e pet shops, principalmente no Rio Grande do Sul.

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Marketing digital para pet shops: dicas práticas

O mercado pet brasileiro vive um crescimento constante há mais de uma década. De acordo com o Instituto Pet Brasil, o setor já ultrapassa R$ 68 bilhões ao ano, e uma fatia importante desse avanço vem do comportamento digital dos tutores. Donos de cães e gatos pesquisam, comparam preços, seguem perfis especializados, buscam recomendações e compram cada vez mais pela internet. Para pet shops, dominar o marketing digital deixou de ser diferencial e se tornou obrigação competitiva. Lojas que aprendem a trabalhar presença online fortalecem a marca, aumentam fluxo presencial, vendem mais via WhatsApp e fidelizam clientes. Distribuidoras como a Hupernikão podem apoiar pet shops nessa jornada, mostrando caminhos práticos e acessíveis para implementar ações consistentes. A seguir, um guia completo com estratégias realmente aplicáveis para pequenos e médios pet shops. 1. Definir um posicionamento claro e reconhecível Marketing digital não funciona quando a marca não sabe quem é. Antes de falar em redes sociais, anúncios e conteúdo, o pet shop precisa definir: Negócios que comunicam tudo para todo mundo acabam não comunicando nada.Definir um posicionamento único faz a marca ser lembrada e desejada. 2. Construir uma presença forte nas redes sociais Instagram e TikTok são vitais para pet shops. Mas presença digital não é só “postar fotos de produtos”. O que realmente funciona é: Conteúdo que resolve dúvidas do tutor: Conteúdo que humaniza a marca: Conteúdo que incentiva compra: Redes sociais são, hoje, o principal canal de descoberta para pet shops físicos. Quando o tutor confia no perfil, ele confia no serviço. 3. Vender pelo WhatsApp de forma profissional O WhatsApp é onde a conversão acontece de verdade para pet shops locais.Mas muitos ainda usam de forma amadora. Para maximizar vendas: Uma boa gestão de WhatsApp aumenta recorrência, reduz dúvidas e acelera decisões de compra. 4. Trabalhar SEO local para ser encontrado no Google Grande parte dos tutores procura “pet shop perto de mim”, “banho e tosa”, “comprar ração em [cidade]”. Para aparecer nessas buscas, o pet shop precisa: Google Meu Negócio otimizado: Informações de localização consistentes: O endereço precisa estar igual em todos os canais: Instagram, site, anúncios e WhatsApp. Com isso, o Google entende que a empresa é confiável e começa a exibir o pet shop nas buscas locais. 5. Rodar anúncios simples e inteligentes Pet shops não precisam de campanhas complexas para performar bem. Um anúncio bem configurado no Meta Ads já aumenta muito o fluxo. Campanhas que funcionam: Valores pequenos já funcionam: R$ 10 a R$ 20 por dia normalmente geram ótimos resultados em negócios locais. 6. Criar campanhas sazonais inteligentes O pet shop que domina sazonalidade vende mais.O calendário básico inclui: A Hupernikão pode auxiliar lojistas com material gráfico, sugestões de kits e listas de produtos que giram mais rápido em cada época do ano. 7. Criar autoridade com conteúdo educativo O tutor confia no pet shop que explica bem.Conteúdos educativos constroem autoridade e aproximam a marca. Assuntos que performam muito: Esse tipo de conteúdo não só gera engajamento, como aumenta o tempo de vida do cliente (LTV), porque o tutor confia mais na loja. 8. Coletar avaliações e depoimentos Na realidade do pet, depoimentos valem ouro.A maior dor do tutor é confiar que o pet será bem tratado. Avaliações ajudam a quebrar essa barreira. Incentive: Avaliação positiva não só aumenta o fluxo digital, como influencia diretamente compras de produtos premium. 9. Fidelizar clientes com benefícios simples Fidelização tem impacto direto no faturamento.Ações simples aumentam recorrência: O tutor volta para quem demonstra cuidado e consistência. 10. Usar dados para tomar decisões mais inteligentes O digital dá ao pet shop algo que antes era impossível: visão clara do comportamento do cliente. Quando a loja observa onde estão as interações, quais posts performam mais, quais anúncios geram mais mensagem e quais produtos têm maior saída, ela consegue: Para a Hupernikão, isso significa apoiar o lojista com informações atualizadas de giro, sazonalidade e comportamento do consumidor no Rio Grande do Sul. 11. Construir relacionamento contínuo com clientes Marketing digital não é campanha isolada; é construção diária. O tutor precisa sentir que o pet shop está presente, ativo e acessível.Isso passa por: Negócios do setor pet crescem quando se tornam parte da rotina do tutor — e o digital é a ponte para isso.

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Top 10 nomes mais populares para pets no Brasil (Cães e Gatos)

Escolher o nome do pet é um dos momentos mais marcantes para qualquer tutor. É a primeira decisão que constrói vínculo, personalidade e identidade para aquele animal que, na prática, entra para a família. No Brasil, esse comportamento é tão forte que tendências de nomes seguem padrões culturais, influências midiáticas, mudanças sociais e até comportamentos geracionais. Nos últimos anos, cães e gatos passaram por um processo de “humanização” muito evidente — e isso refletiu diretamente na escolha dos nomes. Segundo levantamentos recentes de empresas de seguro pet, microchipagem, grandes pet centers e plataformas de cadastro animal, o Brasil segue um padrão consistente de nomes curtos, fáceis de pronunciar e com forte carga afetiva. Além disso, cresce a adoção de nomes humanos e de referências pop, filmes, músicas e personagens de séries. A seguir, um panorama completo dos 10 nomes mais populares para cães e gatos no país, além de insights que podem ajudar pet shops e distribuidores — como a Hupernikão — a entender melhor o comportamento de consumo dos tutores. 1. Mel “Mel” permanece há anos entre os nomes mais escolhidos para cadelas. A sonoridade suave, a associação com doçura e a facilidade de pronúncia fazem dele um dos favoritos no Brasil inteiro. É extremamente popular entre tutores de shih-tzu, poodles, lhasas e vira-latas. 2. Nina Outro clássico absoluto. Forte entre cães e gatos, “Nina” é um nome curto, carinhoso e com apelo universal. Tem forte adesão entre tutoras jovens e famílias que adotam animais resgatados. 3. Luna Luna cresceu mundialmente nos últimos anos, influenciada por cultura pop e estética mística. No Brasil, tomou força principalmente entre tutores de gatos. É um nome associado à leveza, beleza e espiritualidade. 4. Bob Entre os machos, Bob continua no topo porque é simples, direto e atemporal. Está entre os nomes mais registrados em clínicas e pet shops, especialmente em cães de porte médio e grande. 5. Thor Um dos maiores efeitos de influência pop no segmento pet. Depois do sucesso do personagem da Marvel, o nome disparou entre machos, principalmente cães mais robustos: pitbulls, rottweilers, pastores e vira-latas de porte grande. 6. Marley Outro nome influenciado por cinema e música. Depois do filme “Marley & Eu”, o nome se consolidou e permanece entre os mais procurados para cães dóceis, amorosos e bagunceiros — uma descrição que combina com a história original. 7. Luke Um nome que cresceu muito nos últimos anos, especialmente no público mais jovem. Curto, moderno e internacional, virou destaque entre cães de pequeno porte e gatos machos. Também é forte entre fãs de cultura geek. 8. Simba Simba não sai do top brasileiro desde que “O Rei Leão” voltou a ser tendência. Entre gatos, esse nome tem adesão altíssima, mas também aparece bastante em cães caramelo — talvez pela combinação entre cor e personalidade. 9. Amora Amora conquistou o coração dos tutores brasileiros por ser um nome doce, alegre e marcante. Forte entre cadelas pequenas (yorkshire, spitz, pinscher, shih-tzu), também é muito usado para gatinhas. 10. Chico Nome afetuoso, brasileiro, fácil de falar e que combina com qualquer raça. Cresceu com a onda de nomes humanos para pets e hoje é um dos mais simpáticos e populares. Para gatos, Chico é praticamente um ícone nacional. Por que esses nomes fazem tanto sucesso? A popularidade dos nomes reflete comportamentos claros: 1. Humanização dos pets Os animais são tratados como membros da família, e isso leva à escolha de nomes que poderiam facilmente pertencer a uma criança. 2. Influência da cultura pop Filmes, séries e música impactam decisões. Thor, Simba, Marley e Luke são exemplos diretos desse movimento. 3. Preferência por nomes curtos Nomes com duas sílabas dominam porque são mais fáceis de reforço auditivo, adestramento e comunicação no dia a dia. 4. Carinho e afeto expressos no nome Tutores buscam nomes que transmitam personalidade: doce, forte, brincalhão, corajoso, delicado. Tendências emergentes para os próximos anos Comportamentos de mercado indicam que novos nomes estão ganhando força e podem entrar no top 10 no futuro próximo. Nomes que estão subindo rapidamente: Esses nomes têm como característica: Para pet shops, acompanhar tendências ajuda a criar produtos personalizados, plaquinhas de identificação, tags gravadas, kits e brindes com nomes entre os mais pedidos — o que aumenta vendas por impulso. Diferenças entre nomes de cães e de gatos no Brasil Embora haja interseção, existem padrões bem claros: Para cães: Para gatos: Gatos recebem nomes mais simbólicos; cães tendem a receber nomes mais sociais. Como pet shops podem usar essa lista de forma estratégica A lista dos nomes mais populares não é só curiosidade — é uma ferramenta comercial poderosa.Veja como isso pode virar venda: 1. Tags personalizadas com nomes prontos Ter plaquinhas de identificação com “Mel”, “Nina”, “Luna”, “Thor”, “Bob” e “Simba” aumenta conversão.O tutor compra na hora. 2. Camisetas, roupinhas e acessórios com nomes comuns Mesmo com personalização avulsa, estoque com nomes populares gira mais rápido. 3. Displays temáticos no PDV “Mande amor para a Luna”, “Presentes para o Thor”, “Linha especial para a Mel”.A personalização cria conexão emocional. 4. Conteúdo digital para redes sociais Posts listando nomes, quizzes e enquetes geram engajamento rápido — o algoritmo adora. 5. Aprimorar atendimento Equipes que conhecem tendências criam conversas mais naturais com os clientes. Para distribuidores como a Hupernikão, oferecer esse tipo de insight ajuda pet shops a se posicionarem melhor, venderem mais e se conectarem com o público final.

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Como aumentar as vendas no seu pet shop com produtos estratégicos para final de ano

O fim de ano é, historicamente, um dos períodos mais quentes para o varejo pet. O movimento aumenta, os tutores ficam mais propensos a presentear, surgem demandas específicas para viagens, hospedagens, cuidados estéticos e prevenção. Pet shops que planejam bem esse ciclo conseguem elevar o tíquete médio, girar estoque e conquistar clientes que permanecem o ano todo. Para distribuidores como a Hupernikão, é o momento ideal para apoiar lojistas com mix inteligente, campanhas assertivas e produtos de alta saída. O crescimento do setor PET no Brasil — que já passa de R$ 68 bilhões ao ano, segundo o Instituto Pet Brasil — mostra que a sazonalidade tem peso estratégico. No fim de ano, há pelo menos quatro fatores que impulsionam consumo: presentes, viagens, cuidados estéticos para festas, e aumento do fluxo de tutores nas lojas. A questão-chave é: como transformar esse comportamento em vendas consistentes? 1. Entender a sazonalidade do fim de ano para montar um mix mais inteligente O comportamento de compra muda completamente no período entre novembro e janeiro. Lojistas precisam antecipar esse movimento e ajustar o portfólio com itens que resolvam as dores mais comuns: Com base nisso, alguns grupos de produtos ganham protagonismo e não podem faltar no PDV. 2. Produtos de presente: kits prontos que aumentam ticket médio No final de ano, o tutor não quer perder tempo montando combinações. Itens empacotados de forma bonita, prática e temática vendem mais que produtos soltos. Kits que tendem a performar muito bem: O pet shop vende mais porque entrega conveniência. E para o tutor, é mais fácil presentear alguém com um combo pronto do que escolher item por item. Dica prática: posicione kits perto do caixa e próximos à árvore de Natal ou displays sazonais. A compra por impulso cresce muito quando a exposição é visualmente forte. 3. Linha de autocuidado e estética: um dos maiores saltos de consumo no fim de ano O tutor quer o pet cheiroso, bonito e fotografável para festas, fotos em família e encontros sociais.Isso aumenta brutalmente a procura por: Serviços de banho e tosa também explodem. Lojistas que já deixam combos preparados conseguem aumentar conversão: A Hupernikão pode orientar os lojistas sobre quais linhas têm melhor giro, maior margem e melhor percepção de valor na região sul — onde os clientes valorizam bastante produtos premium. 4. Produtos para viagens: uma das oportunidades mais ignoradas pelos pet shops Fim do ano = estrada cheia, aeroporto lotado, hotéis pet friendly, famílias indo visitar parentes em outras cidades. Este cenário movimenta um arsenal de produtos que muitos lojistas subestimam. Itens essenciais para quem viaja com pets: Pet shops que montam uma “ilha de viagem” no PDV capturam vendas de tutores que nem sabiam que precisavam desses itens. 5. Bem-estar emocional: produtos para reduzir estresse em festas e fogos A virada do ano ainda é um período crítico para cães e gatos devido aos fogos. Os tutores estão mais conscientes e buscam alternativas para minimizar ansiedade. Produtos de grande procura: Esse mix costuma performar muito bem quando o lojista trabalha informação + exposição. Uma simples placa “Prepare seu pet para o Ano Novo” já dobra a conversão. 6. Snacks e petiscos: os campeões do período Snacks são a compra mais emocional do universo pet. No fim do ano, o tutor quer agradar, recompensar, aproximar. O consumo dispara. Itens de alto giro: O distribuidor deve orientar o lojista a trabalhar variedade + margem: petiscos premium têm ótima percepção de valor e geralmente entregam margens superiores às de produtos básicos. 7. Como organizar o PDV para vender mais no ciclo de festas A exposição é o motor invisível das vendas. Mesmo com um bom mix, pet shops perdem oportunidades quando deixam tudo “espalhado” sem curadoria visual. Boas práticas para varejo físico: Pets shops que constroem experiência visual conseguem aumentar o tíquete médio sem elevar o fluxo. 8. Treinar a equipe para vender melhor no fim de ano Nenhum produto vende sozinho. O atendimento consultivo transforma interesse em venda de verdade. E a Hupernikão é peça-chave nesse processo, facilitando treinamentos e materiais educativos. Pontos que a equipe deve dominar: Equipes treinadas convertem mais e geram confiança. 9. Gerar experiência digital para amplificar vendas físicas Mesmo pet shops tradicionais precisam trabalhar redes sociais no fim de ano com mais estratégia. Conteúdos que funcionam muito: Quando o lojista aprende a usar o digital como vitrine, o fluxo físico acompanha. 10. Diagnóstico de estoque: como preparar a loja para não perder venda O maior erro dos pet shops no fim de ano é faltar produto no pico da demanda. Por isso, o planejamento deve considerar:

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Top 5 brinquedos que ajudam no bem-estar do pet

Brincar é muito mais do que diversão: é parte essencial do desenvolvimento físico e emocional dos pets. Cães e gatos que têm acesso a brinquedos adequados são mais felizes, menos ansiosos e tendem a apresentar menos comportamentos destrutivos. Para o lojista, oferecer uma seleção estratégica de brinquedos significa não só aumentar o ticket médio, mas também posicionar a loja como referência em bem-estar animal. A seguir, vamos explorar os Top 5 brinquedos que não podem faltar no mix de um pet shop e entender como eles impactam diretamente na saúde e na qualidade de vida dos animais. 1. Brinquedos interativos de alimentação Os brinquedos que liberam petiscos ou ração enquanto o animal brinca estimulam a inteligência e reduzem o estresse. Eles ajudam a controlar a ansiedade, prolongam o tempo da refeição e combatem o tédio, especialmente em cães que ficam longos períodos sozinhos em casa. Esse tipo de produto é muito valorizado por tutores que buscam enriquecer a rotina do pet e podem ser vendidos em diferentes formatos: bolas, labirintos, torres e até tapetes de farejar. 2. Bolas e frisbees Clássicos atemporais, bolas e frisbees são brinquedos que estimulam exercícios físicos e fortalecem o vínculo entre tutor e pet. São ideais para cães ativos, que precisam gastar energia com corridas e saltos. A variedade de materiais — borracha, vinil ou silicone — garante opções para diferentes portes de cães. Além disso, versões resistentes a mordidas ajudam a aumentar a durabilidade e reforçam a satisfação do tutor com a compra. 3. Mordedores e ossos de brinquedo A mastigação é uma necessidade natural dos cães. Mordedores de borracha, nylon ou materiais atóxicos ajudam a aliviar o estresse, proteger os dentes e evitar que o pet roa móveis ou objetos inadequados. Já para filhotes, mordedores macios auxiliam no alívio do desconforto da troca de dentes. É um produto de alto giro, pois os tutores tendem a comprar mais de uma unidade e renovar com frequência. 4. Arranhadores e circuitos para gatos Quando falamos em felinos, os arranhadores são indispensáveis. Eles não só mantêm as garras afiadas de forma natural, como também evitam danos a sofás e móveis. Modelos verticais, horizontais ou em formato de torre são os mais procurados. Para ampliar o mix, os pet shops podem oferecer circuitos e brinquedos que combinam arranhadores com bolinhas ou túneis, criando estímulos que atendem ao instinto de caça dos gatos. 5. Pelúcias e brinquedos sonoros Brinquedos de pelúcia ou que emitem sons despertam o instinto de caça e são companheiros ideais para cães que buscam aconchego. Eles ajudam a reduzir a ansiedade e podem ser usados em brincadeiras de busca ou como “objeto de apego” para os pets mais carentes. As opções com apito interno ou texturas variadas oferecem experiências diferentes e são campeãs em gerar compras por impulso. Por que investir em brinquedos no seu pet shop? O segmento de brinquedos cresce junto com a humanização dos animais. Tutores enxergam seus pets como membros da família e não medem esforços para proporcionar bem-estar e alegria. Ter um mix completo de brinquedos garante: Conclusão Os brinquedos para pets não são luxo, mas parte essencial do cuidado diário. Ao incluir opções interativas, esportivas, de mastigação, arranhadores e pelúcias no mix, o pet shop garante um portfólio completo, capaz de atender diferentes perfis de tutores e melhorar a qualidade de vida de cães e gatos. Um pet feliz brinca mais, gasta energia e cria vínculos ainda mais fortes com sua família. E uma loja que entende isso sai na frente.

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Snacks naturais para pets: tendência ou necessidade?

O que são snacks naturais para pets? Snacks naturais são petiscos produzidos com ingredientes minimamente processados, sem aditivos químicos, conservantes artificiais, corantes ou aromatizantes sintéticos. Em geral, a composição é focada em carnes desidratadas, vegetais, frutas ou ossos naturais, com foco na nutrição funcional e na saúde digestiva dos animais. Alguns exemplos populares incluem: A principal proposta é oferecer um alimento complementar mais próximo do que o pet consumiria em um ambiente natural, respeitando a biologia da espécie. Benefícios dos snacks naturais para o pet 1. Melhor digestibilidade Por conterem menos aditivos e ingredientes artificiais, os snacks naturais são mais fáceis de digerir. Isso reduz o risco de intolerâncias alimentares, vômitos e diarreias — comuns em animais sensíveis a corantes ou conservantes. 2. Saúde bucal Muitos petiscos naturais, como ossos ou carnes desidratadas, exigem mastigação prolongada. Isso ajuda a remover o tártaro e estimula a musculatura mandibular, prevenindo problemas dentários a longo prazo. 3. Controle de peso Ao contrário de muitos petiscos industrializados ricos em sódio e gordura, snacks naturais permitem controle mais preciso da composição calórica, sendo ideais para animais com restrições alimentares ou que estejam em processo de emagrecimento. 4. Menor risco de alergias A ausência de subprodutos, glúten e aditivos químicos reduz significativamente os episódios de alergias dermatológicas e alimentares, especialmente em raças mais sensíveis como Shih Tzu, Pug e Bulldog. Comportamento do consumidor: o que os dados mostram O crescimento da demanda por snacks naturais não é um fenômeno isolado. Uma pesquisa da Euromonitor apontou que 34% dos tutores brasileiros de cães e gatos afirmam buscar petiscos com ingredientes naturais e transparentes. Outro estudo, da PetSustentável, revelou que 48% dos consumidores de classe A e B já deixaram de comprar snacks tradicionais por desconfiança dos ingredientes. Além disso, a geração de tutores mais jovens — em especial os millennials — está mais inclinada a fazer escolhas baseadas em valores como bem-estar, transparência de rótulo e impacto ambiental. Isso se reflete diretamente na procura por snacks naturais. Por que o pet shop deve investir nessa categoria? 1. Aumento do ticket médio Snacks naturais possuem preço por unidade ou grama mais elevado em relação aos petiscos comuns. Isso ajuda a elevar o ticket médio por atendimento sem depender de grandes volumes de venda. 2. Percepção de valor Oferecer produtos naturais reforça a imagem de qualidade e cuidado com o bem-estar animal. Isso fortalece a identidade da loja perante um público mais exigente e disposto a pagar por diferenciais. 3. Geração de recorrência Como os tutores percebem melhoras na saúde do animal com o uso contínuo dos snacks naturais, a recompra é recorrente e previsível — especialmente quando o produto oferece benefícios específicos, como função dental, relaxante ou intestinal. 4. Baixo índice de devolução A taxa de reclamação de snacks naturais é significativamente menor. Por serem mais simples e diretos na formulação, o risco de reações adversas ou insatisfação com o sabor é reduzido. Como selecionar bons snacks naturais para revender Para garantir a qualidade do mix, é essencial avaliar: Distribuidoras como a Hupernikão Pet trabalham com fornecedores confiáveis e linhas que atendem todos esses critérios, garantindo qualidade e segurança. Considerações finais O consumo de snacks naturais para pets não é apenas uma tendência de mercado — é uma resposta à evolução do comportamento dos tutores, que enxergam os animais como parte da família e exigem produtos mais saudáveis e funcionais. Para os lojistas, ignorar esse movimento pode significar perder espaço para concorrentes que já entenderam a importância de oferecer alternativas mais naturais e alinhadas com as expectativas do novo consumidor pet. Investir em snacks naturais é, portanto, uma necessidade estratégica para quem quer crescer com consistência, reputação e foco em bem-estar animal.

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Por que investir em ração premium no seu pet shop?

O mercado pet no Brasil é um dos mais aquecidos do mundo. Em 2024, o setor movimentou mais de R$ 60 bilhões, com destaque para alimentos — responsáveis por mais de 50% do faturamento. Dentro desse universo, as rações premium e super premium têm se destacado não só pelo crescimento constante, mas também pela fidelização dos consumidores. Neste artigo, você vai entender por que vale a pena investir em rações premium no seu pet shop, como elas impactam o ticket médio, o comportamento de compra dos tutores e a imagem da sua loja no mercado. O que é uma ração premium? Rações premium são aquelas que oferecem melhor qualidade nutricional em comparação com as rações standard, utilizando ingredientes mais selecionados, maior digestibilidade, e fórmula balanceada para garantir a saúde dos animais a longo prazo. Elas se posicionam entre as linhas básicas e as super premium (essas últimas ainda mais sofisticadas), com foco em valor nutricional, palatabilidade e benefícios específicos como controle de peso, cuidados com pelos, saúde urinária, entre outros. Benefícios da ração premium para o animal Um dos fatores que mais pesam na decisão de compra de tutores hoje é o bem-estar e a longevidade dos pets. A ração premium se destaca justamente por entregar: Esses benefícios, além de técnicos, são percebidos na prática pelos tutores em poucos dias de uso. Vantagens comerciais para o pet shop 1. Aumento do ticket médio A ração premium tem valor agregado maior, o que permite ao lojista aumentar o ticket médio por venda. Mesmo que o volume de vendas seja menor que o de uma ração comum, a margem unitária compensa e melhora os indicadores financeiros da loja. 2. Fidelização do cliente Quem compra ração premium costuma manter a mesma marca e fórmula por longos períodos, criando uma relação de recompra recorrente. Isso facilita a previsão de vendas, melhora o giro de estoque e reduz a necessidade de campanhas agressivas de aquisição de novos clientes. 3. Diferenciação de mercado Oferecer uma boa variedade de rações premium demonstra que o pet shop está alinhado com as tendências do setor e se preocupa com a saúde dos animais. Isso atrai um público mais exigente, com maior poder aquisitivo, e eleva a percepção de valor da loja como um todo. 4. Redução de reclamações e trocas Produtos premium têm qualidade superior e maior controle de produção, o que significa menos problemas com devoluções, reações adversas ou reclamações. Isso melhora a experiência de compra e a reputação da loja no pós-venda. O comportamento do consumidor e a ração premium Segundo dados da Abinpet, 7 em cada 10 tutores brasileiros afirmam que priorizam a saúde do animal ao escolher uma ração. Nos últimos anos, houve um crescimento expressivo da classe média buscando alimentos de melhor qualidade, mesmo com um custo maior. Além disso, a presença de influenciadores digitais e campanhas educativas nas redes sociais tem impulsionado a adoção de rações mais completas. Hoje, o tutor médio está mais informado e busca ativamente marcas com fórmulas específicas para idade, raça e condições de saúde do pet. Como escolher boas rações premium para revender Para investir corretamente, o pet shop deve observar alguns pontos essenciais: Distribuidoras como a Hupernikão Pet trabalham com marcas que seguem todos esses critérios e garantem logística eficiente e condições comerciais justas. Considerações finais Investir em ração premium é mais do que seguir uma tendência — é uma estratégia sólida para aumentar a rentabilidade do negócio, melhorar a experiência do cliente e fortalecer a imagem da loja. Ao oferecer produtos de qualidade superior, seu pet shop se posiciona como uma referência em cuidado e responsabilidade com os animais. Além disso, a escolha por bons fornecedores faz toda a diferença para garantir entrega rápida, variedade e reposição constante. Para lojistas que querem crescer com consistência no setor pet, a linha premium deve deixar de ser uma opção e passar a ser parte do mix essencial de produtos.

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Areia para gatos biodegradável: vale a pena?

A busca por soluções sustentáveis está em alta em diversos setores, e o mercado pet não é exceção. Um dos produtos que mais tem ganhado destaque nos últimos anos é a areia biodegradável para gatos. Fabricada a partir de matérias-primas naturais, como milho, mandioca, madeira ou papel reciclado, esse tipo de produto promete não só um menor impacto ambiental, mas também vantagens práticas no dia a dia de quem convive com felinos. Mas será que realmente compensa trocar a areia comum por uma versão biodegradável? A seguir, apresentamos uma análise completa sobre esse tipo de produto, considerando aspectos de desempenho, saúde do animal, logística e comportamento de consumo. O que é uma areia para gatos biodegradável? Areias biodegradáveis são aquelas que podem se decompor naturalmente no meio ambiente, sem causar danos a longo prazo. A maior parte dos modelos disponíveis hoje é feita com ingredientes vegetais e sem aditivos químicos pesados, o que torna o produto mais seguro tanto para os gatos quanto para o planeta. Enquanto as areias tradicionais — geralmente compostas por bentonita (argila) ou sílica — não são biodegradáveis e precisam ser descartadas em lixo comum, as versões naturais podem, em alguns casos, ser descartadas no vaso sanitário ou compostadas, dependendo da orientação do fabricante e da legislação local. Vantagens práticas da areia biodegradável Do ponto de vista prático, as areias biodegradáveis têm se mostrado eficazes em alguns critérios importantes para tutores e lojistas: 1. Controle de odor Boa parte das marcas biodegradáveis oferece alto poder de absorção e controle de odores, principalmente aquelas produzidas com fibras vegetais. Estudos e testes de uso apontam que produtos à base de milho, por exemplo, conseguem absorver líquidos rapidamente e neutralizar o cheiro da urina com eficiência, reduzindo a necessidade de trocas frequentes. 2. Formação de torrões Outro diferencial técnico é a capacidade de formar torrões firmes, o que facilita a remoção dos resíduos e contribui para a durabilidade do produto. Em comparação com a areia de sílica, que precisa ser trocada por completo com maior frequência, a versão biodegradável permite retiradas pontuais e mais econômicas. 3. Menor produção de poeira Areias biodegradáveis, especialmente as compostas por pellets ou fibras prensadas, tendem a gerar menos poeira, o que beneficia diretamente gatos com problemas respiratórios, além de manter o ambiente mais limpo. Esse fator também contribui para uma experiência melhor no ponto de venda, pois reduz sujeiras durante o transporte e a estocagem. Desvantagens e limitações Embora as vantagens sejam evidentes, é preciso considerar alguns pontos críticos que podem impactar a adoção em larga escala: 1. Custo Em geral, a areia biodegradável ainda apresenta um custo mais elevado do que as opções convencionais, o que pode ser um entrave tanto para o consumidor final quanto para revendedores que trabalham com margens mais apertadas. No entanto, esse custo tende a ser compensado por maior durabilidade do produto e pelo valor percebido agregado à marca do lojista que oferece produtos sustentáveis. 2. Adaptação dos animais Alguns gatos podem estranhar a textura, cheiro ou aparência da areia biodegradável, especialmente se já estão habituados com outras versões. Por isso, recomenda-se uma transição gradual, misturando os dois tipos de areia durante alguns dias ou semanas. 3. Armazenamento e umidade Areias vegetais são naturalmente mais sensíveis à umidade e exigem cuidados no armazenamento. O contato com água ou ambientes muito úmidos pode comprometer a eficácia do produto ou até gerar mofo. Sustentabilidade e impacto ambiental A questão ambiental é, sem dúvida, o maior trunfo da areia biodegradável. Segundo dados da Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos (EPA), milhões de toneladas de areia para gatos à base de argila são descartadas anualmente em aterros sanitários, com pouquíssima ou nenhuma capacidade de decomposição. Já os materiais vegetais usados nas versões biodegradáveis podem se decompor em semanas ou meses, dependendo do método de descarte e das condições ambientais. Além disso, muitas marcas trabalham com processos de produção que reaproveitam resíduos da indústria alimentícia ou madeireira, reforçando a proposta de economia circular. Aceitação no mercado e comportamento do consumidor O aumento da demanda por produtos ecológicos é evidente. Uma pesquisa do Euromonitor em 2024 apontou que mais de 40% dos consumidores de produtos pet no Brasil buscam marcas com compromisso ambiental. No segmento de tutores de gatos, esse índice sobe para 55%, especialmente entre consumidores das classes A e B. Isso mostra que a presença de areia biodegradável nas prateleiras, tanto físicas quanto digitais, pode se transformar em um diferencial competitivo. Para lojistas, isso significa a possibilidade de atrair um público mais engajado, disposto a pagar mais por qualidade e sustentabilidade. Vale a pena vender areia biodegradável? Sim, especialmente para lojas que querem se posicionar como referência em inovação, sustentabilidade e bem-estar animal. Embora o preço de aquisição seja mais alto, o produto tem boa rotatividade, oferece margens atrativas e contribui para a construção de marca. Além disso, trabalhar com distribuidoras confiáveis, como a Hupernikão Pet, garante acesso a marcas com boa aceitação no mercado e suporte comercial adequado. Considerações finais A areia biodegradável para gatos é uma tendência que veio para ficar. Com vantagens claras em termos de sustentabilidade, higiene, conforto para os animais e valor percebido pelo consumidor, ela se apresenta como uma alternativa real e vantajosa para o mercado pet. Apesar de ainda enfrentar desafios como o custo e a adaptação inicial, o cenário é positivo. À medida que a produção se torna mais escalável e a consciência ambiental cresce, a expectativa é que esse tipo de produto conquiste uma fatia cada vez maior do mercado. Para quem vende, representa uma oportunidade. Para quem usa, uma evolução no cuidado com os gatos — e com o planeta.

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Dicas para Viajar com seu Pet: O que Levar e Como Preparar

Preparativos Iniciais para a Viagem Viajar com pet requer uma organização cuidadosa para garantir que a experiência seja agradável para você e seu animal de estimação. Primeiramente, é essencial agendar uma consulta com um veterinário. Durante essa visita, o profissional avaliará a saúde do seu pet, discutirá sua aptidão para viajar e sugerirá quaisquer vacinas necessárias, especialmente se o destino da viagem requer alguma proteção adicional. Essa avaliação não apenas assegura o bem-estar do seu animal, mas também facilita o cumprimento das exigências estabelecidas por empresas de transporte e destinos turísticos. Outro aspecto importante dos preparativos envolve a pesquisa sobre as regras de transporte de animais. As políticas podem variar consideravelmente de acordo com o meio de transporte, seja carro, avião ou trem. Por exemplo, muitas companhias aéreas têm requisitos específicos quanto ao tamanho e ao tipo de transporte adequado para sua viagem pet. Além disso, algumas linhas ferroviárias oferecem políticas flexíveis, enquanto outras podem ter regras mais restritivas. Neste contexto, é fundamental se informar previamente para evitar surpresas desagradáveis no dia da viagem. Um passo adicional que pode facilitar muito o processo é a criação de uma lista de verificação abrangente. Esse documento deve incluir todos os itens que seu pet precisará durante a viagem, como ração, água, tigelas, brinquedos e documentos de saúde, como a carteira de vacinação. Isso não apenas ajuda a garantir que você não esqueça de nada essencial, mas também proporciona a segurança de que todas as necessidades do seu animal estão sendo atendidas. Ao dedicar tempo a esses preparativos iniciais, você estará se preparando para uma experiência tranquila e agradável para ambos durante a viagem com seu pet. O que Levar na Mala do Seu Pet Ao se preparar para viajar com pet, é essencial garantir que você tenha todos os itens necessários para a comodidade e segurança do seu animal durante a jornada. Um dos primeiros itens a considerar é a ração adequada para a viagem. Escolha um tipo de ração que seu pet já esteja acostumado a consumir, para evitar problemas digestivos. Além disso, leve uma quantidade suficiente para toda a duração da viagem, incluindo alguns dias extras, caso surjam imprevistos. Outra consideração vital é a água potável. Durante a viagem, é importante manter seu pet hidratado, especialmente em dias quentes. Portanto, você deve embalar um recipiente que facilite a oferta de água em diferentes momentos da jornada. Prepare, ainda, tigelas próprias para comida e bebida, que sejam práticas e de fácil transporte. Artigos de higiene também não devem ser esquecidos. Toalhas são úteis para limpar eventuais sujeiras, além de oferecer conforto ao seu pet. Sacos para resíduo são indispensáveis, pois garantem que você mantenha os espaços limpos, contribuindo para a experiência de viajar com pet. Para manter seu animal calmo e entretido durante a viagem, inclua alguns brinquedos que ele já reconheça, ajudando a torná-lo mais confortável e menos ansioso. Considerar a escolha de uma cama ou cobertor familiar também é fundamental, pois esses itens podem servir como um espaço seguro e aconchegante para o seu pet. Adicionalmente, um kit de primeiros socorros para animais de estimação é um recurso que pode ser muito útil em caso de emergências. Esse kit deve conter itens básicos, como bandagens, antissépticos e medicamentos prescritos. Com uma mala bem recheada, você estará preparado para uma viagem pet tranquila e agradável. Dicas de Como Acalmar Seu Pet Durante a Viagem Viajar com pet pode ser uma experiência estimulante, mas também pode gerar estresse tanto para o animal quanto para o tutor. Uma das principais preocupações ao realizar uma viagem pet é garantir que o seu animal de estimação esteja calmo e confortável durante todo o percurso. Para isso, existem diversas estratégias que podem ser aplicadas. Uma abordagem eficaz é o uso de produtos calmantes disponíveis no mercado. Existem sprays e coleiras específicas, que contêm feromônios ou aromas relaxantes, que podem ajudar a tranquilizar o seu amigo peludo. Antes de escolher um produto, é recomendável consultar um veterinário para assegurar que é adequado para o seu pet, respeitando qualquer condição de saúde que ele possa ter. Além disso, é essencial fazer pausas regulares ao longo da viagem. Isso não apenas permite que o seu pet se estique e se alivie, mas também proporciona a oportunidade de explorar novos ambientes e distraí-lo de qualquer desconforto que possa sentir. Estabeleça intervalos a cada duas a três horas, sempre que possível, e aproveite esses momentos para oferecer água e petiscos que seu animal gosta. A prática de técnicas de treinamento, como comandos básicos que incentivam a calma, pode ser extremamente útil. Ensinar o seu pet a sentar ou ficar em um local designado durante a viagem pode ajudar a criar um ambiente mais controlado e tranquilizador. Estas ações, além de promoverem a disciplina, ajudam o animal a compreender e a se adaptar à experiência da viagem com pet. Por último, tente criar um ambiente relaxante dentro do veículo. Mantenha o volume da música em um nível suave e evite barulhos excessivos que possam assustar o seu pet. Proporcione conforto através de uma cama ou manta familiar, ajudando o seu amigo a se sentir mais seguro durante o trajeto. Adaptações no Destino: Preparando a Chegada do Seu Pet Ao planejar uma viagem com seu pet, é fundamental considerar as adaptações que precisam ser feitas ao chegar ao destino. A primeira etapa é investigar se o local de hospedagem, seja um hotel, casa de amigos ou outro tipo de acomodação, é pet-friendly, bem como as regras específicas que precisam ser seguidas. Isso garantirá que você e seu animal de estimação tenham uma estadia confortável e segura. Criar um espaço seguro para o seu pet no novo ambiente é uma das principais prioridades. Reserve um canto tranquilo e familiar onde ele possa se acomodar, com a cama, brinquedos e objetos que reconhece. Essa familiaridade ajudará seu animal a se ajustar ao novo local. Ao chegar, permita que ele explore o ambiente gradualmente, evitando forçar a interação com novos estímulos de uma só

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