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Adestrador de cães: será que o seu pet precisa? Descubra agora!

O adestramento de cães é considerado como um auxílio a terapia comportamental do cachorro, pois além de minimizar ou eliminar comportamentos indesejados, também proporciona qualidade de vida e melhora o relacionamento do cão com os seus tutores e toda a família. Mas afinal, você sabe reconhecer quando o seu cão precisa de adestramento e quais são os sinais mais evidentes que ele emite? Continue a leitura e descubra! Quando chamar um adestrador? Confira a seguir quais são as principais características de um cão que precisa de um adestrador de cães. Mas é importante reforçar que antes de decidir adestrar o cão, é necessário leva-o ao médico-veterinário, pois alguns dos sinais podem não ser representados por problemas comportamentais, e sim, alguma reação a algo que não está indo bem, como por exemplo alguma dor ou incômodo. Adestrador de cães para casos de agressividade Cães podem ter comportamento agressivo por diversos motivos. Medo, defesa de território, dominância, frustração, excitação excessiva, entre outros. Se você tem um cachorro reativo, e dá sinais através da linguagem corporal, de que não quer que você se aproxime, a ajuda de um profissional treinado é a melhor opção para você e seu peludo terem uma relação melhor entre si e com terceiros. 2 – Fobias Assim como nós, os cães também podem ter fobias. E as mais comuns entre os cães são: • Trovão; •  Artifício dos Fogos ; • Buzinas/Campainhas; • Subir e descer escadas; • Médico-veterinário; • Andar de carro. • Crianças; • Objetos; • Medo de ficar sozinho; • Medo de pessoas desconhecidas. Em geral, alguns medos os cães se dão por falta de socialização e alguns estímulos são pelo fato de serem agressivos aos ouvidos dos nossos pequenos. Pois enquanto nós, humanos, conseguimos perceber sons com frequência entre 16Hz e 20.000 Hz. Os cães são capazes de ouvirem sons entre 10Hz e 40.000 Hz. Ou seja, eles têm a audição muito mais avançada que a nossa. Se seu cãozinho sofre de fobia de um desses sons ou quaisquer outros estímulos. Procure um Adestrador de cães profissional para ajudá-lo a se acostumar com esse medo. 3 – Ansiedade de separação grave A maioria dos casos de ansiedade de separação podem ser solucionados adotando medidas relativamente simples no dia a dia. Como manter uma boa frequência de passeios, estimulando seu pet não só fisicamente, como mentalmente também, e por vai. Porém, em alguns casos mais avançados é preciso ir além disso. Muitos dos sintomas de ansiedade de separação são comportamentais, entre eles estão: • Destruir objetos com cheiro forte do tutor; • Ficar inquieto, andando de um lado para o outro, ou totalmente paralisado; • Acompanhar o tutor para todo lugar que vai; • Ficar ofegante e babar; • Não se alimentar direito e/ou recusar o alimento. Por isso, esses são os casos mais comuns em que a ajuda de um adestrador profissional é a solução mais indicada. Super indicado para filhotes Uma dúvida muito frequente dos tutores é a respeito de qual a idade para começar o adestramento de cães. E diferente do que muitos pensam, não deve ser iniciado apenas quando o animal apresenta mau comportamento. Por isso, quanto mais cedo começar, melhor será o aprendizado. Pois nos primeiros meses de vida o animal de estimação está mais suscetível a aprender , já que o cérebro está se desenvolvendo e absorvendo tudo ao redor. Contudo, atente-se ao cronograma de vacinação do seu cãozinho, e confira quando ele pronto para ir para rua. Deste modo, contar um com adestrador desde cedo ajudará seu pet a desenvolver habilidades de comando e evitar problemas comportamentais futuros. Adestrador de cães: proporcione qualidade de vida ao animal O Adestramento é indicado para qualquer idade, e também sem motivos específicos, pois além de estímulos físicos ele também gera estímulos mentais, o que proporciona mais qualidade de vida ao animal. Quanto tempo dura o adestramento de um cão? O processo de adestramento de um cão é contínuo, sistemático e organizado. De acordo com o médico-veterinário Daniel Svevo, consultor da Pet Anjo: “O adestramento básico gira em torno de quatro a seis meses. Mas dependendo do interesse do cão e da quantidade de treinos, isso pode ser abreviado.” A importância de uma rotina saudável Além da contratação de um adestrador, você deve proporcionar uma rotina saudável para gerar longevidade ao seu cãozinho, e isso inclui passeios diários de pelo menos 45 minutos focados na qualidade de vida do seu pet. Sabemos que com a correria do dia a dia muitas vezes não conseguimos dedicar tanto tempo aos nossos peludos quanto gostaríamos. Se você também tem uma rotina corrida e quer oferecer a melhor qualidade de vida ao seu cão, contrate um de nossos Dog Walkers parceiros para ajudar seu peludo a ter uma vida mais saudável!

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Conheça os benefícios dos distribuidores de pet para sua loja de animais de estimação

Os distribuidores de pet são uma forma eficiente de distribuir produtos para animais de estimação, como ração, brinquedos e outros acessórios. Eles são usados ​​por lojas de animais, pet shops, clínicas veterinárias e outros revendedores de produtos para animais de estimação. MBS88 MBS88 MBS88 MBS88 slot dana VIVA99 VIVA99 VIVA99 Os distribuidores de pet podem ser usados ​​para armazenar e distribuir uma variedade de produtos, desde ração seca e úmida até brinquedos e acessórios. Eles geralmente são fabricados com materiais resistentes, como plástico ou aço inoxidável, para garantir que os produtos mantenham sua qualidade e sejam protegidos contra danos. Os distribuidores de pet podem ser encontrados em uma variedade de tamanhos e formatos, dependendo do tipo de produto que eles serão usados ​​para distribuir. Alguns são projetados para armazenar grandes quantidades de ração seca, enquanto outros são projetados especificamente para distribuir brinquedos ou outros pequenos acessórios. Os distribuidores de pet também podem incluir recursos adicionais, como medidores de nível de estoque, para ajudar os revendedores a manter o controle de suas existências. Alguns distribuidores também incluem sistemas de alimentação automatizados, que permitem que os animais de estimação sejam alimentados com ração seca ou úmida de forma automatizada. Os distribuidores de pet são uma ótima solução para qualquer loja de animais de estimação, pet shop, clínica veterinária ou outro revendedor de produtos para animais de estimação que deseja armazenar e distribuir produtos de forma eficiente. Eles são fáceis de usar, eficientes e podem ajudar a manter os produtos em boas condições. Além disso, eles também podem ajudar os revendedores a manter o controle de suas existências e garantir que os animais de estimação sempre tenham acesso aos produtos de que precisam. Além disso, os distribuidores de pet também podem ser personalizados de acordo com as necessidades do revendedor. Por exemplo, eles podem ser personalizados com as cores e logotipos da loja, para que eles se integrem perfeitamente à decoração e ao tema da loja. Isso pode ajudar a aumentar a visibilidade dos produtos e atrair mais clientes. Os distribuidores de pet também são muito fáceis de manter e limpar. Eles geralmente são fabricados com materiais resistentes e duráveis, que podem ser limpos facilmente com detergente e água. Isso garante que os produtos mantenham sua qualidade e sejam seguros para os animais de estimação. Os distribuidores de pet também são uma boa opção para aqueles que desejam economizar espaço. Eles ocupam menos espaço do que os armários ou prateleiras tradicionais, o que permite que os revendedores aproveitem melhor o espaço disponível na loja. Em resumo, os distribuidores de pet são uma ótima solução para qualquer loja de animais de estimação, pet shop, clínica veterinária ou outro revendedor de produtos para animais de estimação. Eles são fáceis de usar, eficientes, fáceis de limpar e podem ajudar a manter os produtos em boas condições. Além disso, eles também podem ser personalizados de acordo com as necessidades do revendedor e economizar espaço. Se você é um revendedor de produtos para animais de estimação, considere a implementação de distribuidores de pet em sua loja para melhorar a eficiência e a rentabilidade do seu negócio. Procurando produtos para sua loja? Entre em contato conosco e descubra como é simples e fácil ter produtos de qualidade e com preços acessíveis.

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A relação entre o gato preto e a sexta-feira 13 – Sorte ou azar?

Nenhuma cor ou raça influencia a personalidade de um animal seja ele de duas ou quatro patas. Significado da Sexta Feira 13 Sexta-feira 13 é popularmente conhecido como o dia do azar. Pode ocorrer em qualquer mês e em qualquer ano, quando o dia 13 cai numa sexta-feira. Por norma, as sextas-feiras 13 ocorrem sempre que o primeiro dia do mês é um domingo. Existem muitas histórias e lendas que tentam justificar como surgiu o misticismo ao redor desta data. Muitas pessoas consideram o número 13 como um símbolo de sorte, no entanto, a “sexta feira 13” ficou marcada como um dia de “maus agouros” e acontecimentos negativos. Uma das hipóteses, de acordo com o cristianismo, diz que a sexta-feira foi o dia em que Jesus foi crucificado, sendo que na sua última ceia estavam 13 pessoas sentadas à mesa. Existem versões mais antigas de duas lendas da mitologia nórdica, onde em uma delas conta-se que houve um banquete oferecido pelo deus Odin e 12 deuses foram convidados. Loki, espírito do mal e da discórdia, não estava entre os convidados e ficou muito irado por isso. Após aparecer na festa, uma grande luta foi travada, findando com a morte da deusa Balder, que era muito amada pelos outros deuses. A partir desta história, veio a crença de que convidar 13 pessoas para um jantar era desgraça na certa. Segundo outra lenda, a deusa do amor e da beleza para os nórdicos era Friga (que originou os termos friadagr e friday, que significam “sexta-feira” na língua escandinava e em inglês, respectivamente), e quando as tribos nórdicas e alemãs se converteram ao cristianismo, a lenda transformou a deusa em bruxa e, como vingança, ela passou a se reunir todas as sextas-feiras com outras 11 bruxas e o demônio, totalizando 13 integrantes que ficavam rogando pragas aos seres humanos. Vamos contar um pouquinho de história: A história do gato preto é de longa data. Na Idade Média, acreditava-se que os gatos pretos, por seus hábitos noturnos e também pela cor negra (geralmente associado às trevas, magia negra e ao diabo) eram bruxas transformadas em animais, por isso existe a superstição de que cruzar com um gato preto é sinal de grande azar. No século XV, o papa Inocêncio VIII chegou a incluir os gatos pretos na lista de seres hereges perseguidos pela Inquisição, por serem acusados de estarem associados a maus espíritos e, por isso, muitos acabaram sendo queimados juntamente com as pessoas acusadas de bruxaria. No entanto, em outras culturas os gatos dessa cor são venerados, pois são considerados invocadores de grande sorte. Os antigos egípcios reverenciavam todos os gatos, pretos ou não, e lá havia a crença de que um gato preto cruzar seu caminho traz boa sorte. Na Pérsia antiga, por exemplo, havia a crença de que quando se maltratava um gato preto, era a mesma coisa que maltratar um espírito amigo, criado especialmente para fazer companhia ao homem durante sua passagem na Terra. Na Inglaterra, ter um gato preto é sorte mas, o contrário, se ele cruzar o seu caminho. No entanto, se um gato preto aproximar-se ou aparecer a frente da sua casa, pode esperar que boas coisas estão vindo. Lamentavelmente na nossa sociedade, algumas pessoas realmente acreditam que gatos pretos possam trazer “má sorte” se cruzarem seu caminho em uma sexta-feira 13. Nesta data, há um alto risco de vida para os gatinhos. Não há estatísticas mas sabe-se que o número de gatos eliminados e maltratados é enorme. Outros são sequestrados ou até “adotados” para serem usados em rituais pagãos. Os gatinhos pretos têm mesmo um alto risco de se tornarem vítimas da superstição. Aos donos de gatos, é melhor manter o seu gatinho em casa. No entanto, em outras culturas os gatos dessa cor são venerados, pois são sinais de extrema sorte. Mas nem sempre gato preto é sinal de má sorte. Na Pérsia antiga, por exemplo, acreditava-se que o gato preto era um espírito amigo, criado especialmente para fazer companhia ao homem durante a sua jornada na terra. Veja algumas curiosidades sobre o gato preto em alguns países: Na Escócia, um gato preto no alpendre é sinal de prosperidade; Na Itália, ouvir um gato preto espirrar traz boa sorte; No sul da França, cuidar de um gato preto adoentado e curá-lo é sinal de bons agouros; Na Alemanha, um gato preto que cruza seu caminho, da esquerda para direita, é um bom sinal. Mas se o gatinho resolver cruzar o seu caminho da direita para a esquerda, melhor é se benzer; Na Letônia, o gato preto é a representação do espírito Rungis, Deus da Colheita. Se um gatuno de pelagem preta aparecer no depósito de sementes, significa que a colheita será farta e próspera. A sorte do gato preto Quem nunca ouviu falar sobre as crenças e superstições seculares que envolvem um gato preto? Parece que foi incorporado em nosso subconsciente, o mito que se um gato preto cruzar o nosso caminho é indicação de má sorte. Alguns podem até ter a sensação de um mau agouro. É muito comum ouvir histórias de sorte e azar associadas aos gatos pretos, que ainda são considerados como um dos símbolos da sexta-feira 13. Quebrar espelho, passar por baixo da escada, cruzar a rua onde tem um gato preto são para muitos sinais de azar. Se somado a isso for uma sexta-feira 13, aí, para quem acredita, o dia se tornou ainda pior. Até que para as duas primeiras situações o mito já não tem tanta força como antes e essas ações vêm se tornando algo cada vez mais comum. Mas é justamente por causa dessas lendas que o único que tem tido azar mesmo é o gato preto, que ainda é visto como um animal que atrai azar e, por preconceito, sofre maus-tratos ou é rejeitado. Pior, em datas como Semana Santa, sexta-feira 13 e até no Halloween, muitos bichanos são sacrificados na realização de trabalhos religiosos de algumas seitas ou são maltratados. Nos dias atuais, ainda há pessoas que acreditam que data é sinônimo de má sorte. Outra crença que persiste é a de que o gato

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Você sabia que o calor pode afetar a saúde do seu pet?

Quem acha que o calor excessivo incomoda apenas os humanos, está muito enganado. O pet também curte sombra e água fresca nos dias mais quentes. Sim, o gato sente calor e o cachorro sente calor!  O excesso de sol e os dias abafados podem ser prejudiciais à saúde dos peludos. Por isso, é muito importante que o tutor tenha consciência de que se deve tomar todos os cuidados com os pets no calor para evitar o mal-estar de seu amigo de quatro patas.  Muitas vezes, nós não temos noção de que os animais sentem calor. Mas, em dias muito quentes, eles podem ser os que mais sofrem com isso. Ao contrário de nós, seres humanos, os cães quase não têm glândulas de suor, algo que contribui para a regulação da temperatura do corpo. O mesmo acontece com os gatos: eles sentem calor e não têm esse mecanismo regulatório de temperatura.  Os pets ofegam para liberar o ar quente e inspiram o ar frio. Por isso, durante dias muito quentes, principalmente no verão, é preciso ficar ainda mais atento às necessidades dos bichinhos. Assim, é muito importante saber algumas dicas de como cuidar dos pets no calor. Confira!  Hidratação é tudo no calor  Em dias quentes, é essencial que o tutor forneça água constantemente para seu pet, independentemente do lugar onde esteja, dentro de casa ou em algum passeio. Uma boa opção em dias de muito calor é fazer picolés próprios para os bichinhos, algo que ajuda bastante a refrescar. Também é muito importante que a água para os cães e gatos seja fresca. Por isso, troque o líquido do bebedouro do seu pet várias vezes ao dia e fique atento para que o pote não fique exposto ao sol em nenhum momento. Afinal, ninguém gosta de água morna, né? Você pode usar aparelhos com controle térmico ou então colocar pedrinhas de gelo no recipiente durante o dia.   Atenção à umidade  Outro problema para os pets, além do calor do verão, é a umidade do ar. O que ajuda a diminuir a temperatura do corpo dos peludos é a liberação do ar quente pela expiração e a entrada de ar frio pela inspiração. Quando um cachorro está arfando após uma corridinha, por exemplo, isso indica que ele está se livrando da umidade em seus pulmões e, por consequência, diminuindo a temperatura do seu corpo. Quando o ambiente fica muito úmido, o processo é prejudicado, fazendo com que o corpo do animal fique ainda mais quente. A temperatura de um cachorro varia entre 38ºC e 39ºC, independentemente da raça. Se ela estiver acima disso, é sinal de que algo está errado. Em lugares muito quentes e úmidos, é essencial saber como cuidar dos pets no calor. Pegue leve nos exercícios  Tente fazer exercícios moderados com seu pet e sempre na sombra, não se esqueça! Principalmente se seu amigo é cheio de energia e adora correr e pular sem se importar com o calor. Dê sempre preferência a locais com menos raios de sol e saia nos horários com temperaturas mais amenas, como no início da manhã ou no final de tarde.  Atividades físicas são essenciais para uma boa saúde do pet, mas desde que sejam feitas sem exageros. Por isso, tome cuidado para que eles não se exercitem demais. Sempre faça pausas e ofereça água ao seu peludo. Vale lembrar que todos os cuidados com o pet no calor são poucos!  Atenção ao horário das caminhadas do pet  Outro ponto importantíssimo é ficar atento aos horários das caminhadas para não machucar as patinhas de seus bichos de estimação: evite sair entre 10h e 15h. E, quando for fazer o passeio diário com seu pet, priorize locais sombreados, com muitas árvores e piso de grama, pois ele não esquenta rapidamente. Não passeie se o asfalto da rua estiver quente: as patas dos cachorros e gatos são sensíveis e podem ficar machucadas.  Fique atento se a patinha apresenta queimaduras, descolamento de pele nos coxins ou se está \”descascando\’\’. Para verificar se há esse tipo de problema, observe se seu peludo manca, evita colocar a pata no chão ou não deixa que você toque nela. Muitas vezes, o problema pode ser resolvido com uma limpeza profunda e com a aplicação de uma pomadinha no local machucado. Porém, quando existe a presença de bolhas, sangramentos ou deslocamento, o caso é mais grave e talvez seja preciso procurar atendimento com um médico veterinário.   É muito importante que os tutores fiquem atentos a essas dicas e não se descuidem um só momento da saúde de seus pets. Uma pesquisa da Emory University, nos Estados Unidos, apontou que os pets amam seus tutores e os veem como alguém da família. O mínimo que podemos fazer para retribuir esse carinho todo é cuidar da saúde de nossos bichinhos de estimação.    Conheça nossos planos  Além dos cuidados com o pet no calor, os bichinhos precisam de visitas ao médico-veterinário, assim como os seres humanos. Precisam de exames de rotina, castração, vacina, dentre outras especialidades. Assim, um plano de saúde pet pode ser a solução perfeita para você que quer garantir a saúde e o bem-estar do seu animalzinho.  Os planos de saúde pet da Petlove oferecem todos os cuidados para cães e gatos, com uma ampla cobertura e disponibilidade em diversas regiões do Brasil por um valor que cabe no seu bolso. 

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Fogos de Artifício x Pets

Está chegando aquela época do ano em que os fogos vem com tudo! Então resolvemos listar algumas dicas para ajudar você a lidar com esta situação e minimizar o estresse do seu pet neste fim de ano. O ambiente deve ser seguro e confortável. Poucos minutos antes da virada, mantenha portas e janelas fechadas a fim de evitar fugas e machucados. Uma música calma e relaxante num tom mais alto ajuda o pet a não escutar o que rola lá fora. Ligar o ventilador ajuda a compor esse som ambiente e também a refrescar se estiver o calor da época. Cortinas fechadas e um bom brinquedo recheável também ajudam bastante a distrair. Crie um cantinho da segurança, onde haja a caminha dele, uma toquinha ou caixinha de transporte, um cômodo onde os sons ficam mais abafados e que ele possa ter acesso a este local nos momentos de medo. Um longo passeio ou uma atividade vigorosa no final da tarde podem ajudar a extravasar as energias e o pet relaxar durante a noite. O melhor petisco deve ser separado para darmos ao pet no momento dos barulhos. Nesta hora, vale petiscos secos, ossinhos, comidinha úmida, entre outros que seu pet mais ama. Os brinquedos preferidos também podem ser oferecidos na hora dos fogos. Se ele não aceitar, você pode tentar oferecer mais tarde. Que tal feromonizar o ambiente para aumentar a segurança interna do seu pet? Os difusores de cães e de gatos auxiliam na resposta emotiva dos pets, minimizando a resposta ao estressor. Ainda da tempo de já ligar o seu na tomada e ir deixando que ele faça a sua parte na história. E nunca deixe seu pet sozinho neste momento. O seu colo, seu apoio, farão toda a diferença para que ele enfrente os estrondos e não se apavore. Casos mais graves de fobia podem necessitar de medicação.Consulte seu Médico Veterinário de confiança e cuidado com as receitas de Internet. Para o ano que vem, inicie o processo de dessensibilização com alguns meses antes e o sucesso no fim do ano será bem mais palpável.

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Fadiga do bigode: você sabe o que é isso?

Novas pesquisas apontam para a hipótese de que gatos sofram de fadiga do bigode, uma condição que surge quando os bigodes roçam as laterais de comedouros pouco adequados para eles. Veja só: Os gatos estão cada vez mais próximos de nós, nas nossas casas e nos nossos corações. Várias novas informações sobre seu comportamento e necessidades especiais nos ajudam a lidar com diversos problemas, como a fadiga do bigode. Os bigodes dos gatos são extremamente sensíveis. São mais ou menos 24 fios grossos e duros, em cuja raiz estão órgãos chamados de proprioceptores. Fazem uma ligação direta com o cérebro e o sistema nervoso, mandando vários tipos de informações – como orientação espacial, movimentos, e muito mais. Assim, os bigodes ajudam os gatos a deslocar-se no escuro e ao redor de objetos, mensurar espaços, e caçar presas (a movimentação rápida desloca ar, o que é captado pelos proprioceptores), por exemplo. O que é fadiga do bigode Imagine uma sobrecarga de informação sensorial. Os bigodes roçam os objetos, e ficam mandando sinais para o cérebro e para o sistema nervoso constantemente, ao ponto de gerar stress. Tanto que a condição também pode ser chamada de stress do bigode. Começou-se a falar sobre fadiga do bigode em relação a comedouros muito fundos e com bordas estreitas, nos quais os gatos eram obrigados a roçar seus bigodes constantemente. A teoria diz que se os gatos apresentam qualquer tipo de relutância ao comer ou beber, como olhar para o comedouro e miar, mas não comer, ou derrubar a comida no chão, isso pode ser um sinal de desconforto a ser considerado. Um distúrbio dessa natureza, quando desapercebido, pode causar desnutrição, desidratação, e até graves problemas gastrointestinais. Nem todos os veterinários acatam a existência da fadiga do bigode. Alguns acham exagerado dizer que o constante contato dos bigodes com objetos cause fadiga, desconforto ou stress. No entanto, preferimos evitar que o stress aconteça a qualquer custo, não é mesmo? Como evitar a fadiga do bigode A solução é simples, e pode ser implementada facilmente. É só trocar comedouros e bebedouros. Vamos falar do que funciona para estes casos: Gatos precisam beber muita água, então procure fontes de água corrente, que mantêm a bebida fresca, como os gatos gostam. Leia mais aqui sobre o assunto. Quanto a comedouros, já existem no mercado produtos específicos, que são mais largos e menos profundos, possibilitando ao gato apreender a comida sem que os bigodes toquem na peça. O que não fazer Jamais, em hipótese alguma, corte os bigodes do seu gato! Não me canso de repetir: observe seu pet, sempre. Ele te dirá tudo o que você precisa saber para dar a ele uma melhor qualidade de vida, e muito amor!

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Os sete pilares da vida de um pet

As necessidades básicas da vida do seu pet podem ser divididas em sete pilares, para garantir que ele seja mais saudável, equilibrado e feliz. Ao longos dos anos, no meu processo de desenvolvimento pessoal, fiz diversos cursos de alta performance, fiz coaching, e várias vezes me deparei com o conceito de pilares da vida. Pensando nisso, desenvolvi o conceito dos sete pilares da vida do pet, e estruturei o It Pet com isso em mente. Faz muito sentido para explicar as reais necessidades da vida de um animal de estimação, e nos ajuda a entender se realmente estamos suprindo todas essas demandas básicas. Que, diga-se de passagem, são da nossa total responsabilidade quando trazemos um pet para as nossas vidas. O que são os pilares da vida? Como o próprio termo denota, pilar é uma base sobre a qual algo se sustenta. Acho uma ideia genial setorizar a vida dessa forma, pois fica mais fácil enxergar as coisas com clareza. Sim, porque uma vida equilibrada pede que a gente dê um jeito de “manter todos os pratinhos girando”, para que nada fique sem a devida atenção. Os pilares da vida são as bases sobre as quais a existência do ser humano se sustenta – e de acordo com cada linha de pensamento, esses pilares podem ser várias coisas: amoroso, financeiro, profissional, espiritual, saúde… o que todas as linhas de pensamento tem em comum é a noção de que deve haver equilíbrio entre cada um desses pilares. Na vida dos nossos pets, não é diferente. As necessidades básicas Cada dia mais vemos aqui na operação do It Pet Shop a necessidade de suprir as premissas básicas de uma vida saudável para os pets que atendemos, o que impacta diretamente na harmonia de suas famílias. Em primeiro lugar, temos que ter em mente que qualquer ser só pode viver plenamente se estiver saudável e feliz. A saúde diz respeito a uma série de fatores, e a felicidade também. Mas todos esses fatores giram em torno de satisfazer necessidades físicas, mentais e emocionais. Por exemplo, cachorros tem que ter o direito de ter vida de cachorro, de interagir com outros cães, de correr e brincar, de se sujar (isso a gente resolve por aqui). Do mesmo modo, gatos tem que ter espaços verticais em suas casas, onde possam subir e ver o mundo de cima, e brinquedos e interação para manter seus instintos de caça em dia. Veja aqui o meu post sobre gatificação. Uma vida plena tem que ser vivida entre pares da mesma espécie, e com necessidades satisfeitas. Pensando nisso e organizando as ideias, concluí que a vida de qualquer pet pode ser dividida em sete pilares básicos: Comer Talvez a necessidade mais básica de todas, COMER – e beber, que também está incluso nesse pilar – representa a satisfação e sustentação da vida no âmbito físico. Comer envolve refeições e petiscos, que devem ser da mais alta qualidade, sem aditivos artificiais nocivos à saúde. Os alimentos podem ser secos, úmidos ou alimentação natural, mas devem ser sempre de alta qualidade, de preferência do que chamamos de “grau humano”. Você comeria a comida que oferece ao seu pet? Se a resposta é não, você precisa rever este conceito e trocar de hábitos e produtos. Água é fundamental para a manutenção da vida, então nossos pets precisam ter acesso a água fresca em todos os momentos. Infelizmente, a água que recebemos na rede urbana não é das melhores. Vem carregada de resíduos, como terra, areia, ferrugem e outros poluentes. Então, o ideal é oferecer água filtrada ao seu pet. Na minha casa tenho dois filtros, um central na entrada e outro em algumas torneiras, este para remover o cloro. A diferença na potabilidade da água é tremenda. Esse pilar inclui também os equipamentos envolvidos no ato de comer e beber, como potes para comida e água, fontes, comedouros lentos (aqueles que ajudam o pet a comer mais devagar, para os muito afoitos), e até alguns brinquedos em que colocamos alimento, para a mesma função de diminuir a velocidade da refeição e aumentar a saciedade. Cumprem também o papel de proporcionar enriquecimento ambiental, ou entretenimento de busca e apreensão de comida, o que faz com que esses brinquedos, como os Kongs, estejam também inclusos no pilar BRINCAR. Brincar O exercício físico e mental oriundos do ato de BRINCAR são cruciais para que cães e gatos tenham uma vida saudável. Brincar engloba interagir com humanos, mas principalmente, interagir com outros animais. A socialização em espaços de daycare (creche), por exemplo, onde profissionais (como nós no It Pet) criam ambientes adequados para que os animais aprendam a dividir espaço, atenção, tempo e brinquedos, é o melhor investimento para se ter um pet equilibrado. Já foram realizadas várias pesquisas a este respeito ao longo dos anos, como eu conto nesse artigo. Brincar não apenas movimenta o corpo, mas sacia a mente com atividades que vão desde o simples ato de buscar uma bolinha, até complexos quebra-cabeças, como os da maravilhosa Nina Ottosson. E cada pet tem um jeito diferente de se relacionar com brinquedos, o que me fez escrever este artigo sobre os diferentes tipos de brinquedos e como fazer a escolha certa. Mas o fato incontestável é que brincar é um pilar importantíssimo, e que deve ser satisfeito com produtos da melhor qualidade, por uma razão bastante simples. Nenhum brinquedo é indestrutível, mas há alguns brinquedos mais resistentes que outros. Os melhores brinquedos tem partes e materiais seguros, que se forem ingeridos pelo pet, não causarão problemas, como pedaços de borracha e plástico que são arrancados do que eu adoro generalizar como o “frango de R$ 15,00”. Esse brinquedo, tão engraçadinho e comum, pode causar um estrago tremendo, se a brincadeira não for supervisionada ou se o pet for muito destrutivo. Os pedaços engolidos podem exigir uma cirurgia para serem retirados. Assim, na minha visão de valor, vale a pena investir em brinquedos mais “caros”, e contudo mais seguros. Inclusos em brincar estão também os mordedores naturais, como cascos, chifres, traquéias e outras partes extremamente apetitosas e seguras, especialmente

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Como educar um cão em situações sociais? Aprenda:

Se você quer aprender a adestrar um cachorro, está no lugar certo! Principalmente quando era filhote, o bichinho costumava ser visto rosnando, pulando e latindo durante as visitas. No entanto, esse comportamento pode ser desconfortável, especialmente em situações sociais. Isso porque os animais costumam ficar muito agitados e até com medo da presença de estranhos. Portanto, é muito importante saber como educar cães. Assim você não precisa se preocupar quando tiver amigos ou parentes em casa. Então, se você quer aprender como deixar seu cachorro mais educado, continue lendo! Separamos dicas sobre como treinar um cachorro. O resultado é uma visão fácil, simples e prática de como moldar o comportamento do seu animal de estimação! pode vir? Começando com a socialização do filhote É muito comum que os cães fiquem inquietos ou com medo de estranhos ou mesmo da presença de outros animais. Isto é devido à falta de interação social. Por isso, é importante saber preparar seu pequeno para tais momentos. Claro, seu animal de estimação não mudará seu comportamento da noite para o dia. Esta situação deve ser tratada com muita paciência e respeito. A solução mais fácil e viável é aprender a treinar cães usando técnicas simples. Dito isso, antes de mais nada, é importante começar a socializar o cão o mais cedo possível. Manter um animal de estimação fora do contato ou visitas com animais pode tornar suas interações com outras pessoas mais difíceis e problemáticas. Como treinar um cão? Os programas de recompensa são uma das maneiras mais divertidas e eficazes de treinar seu cão. Isso porque essa abordagem tende a torná-lo mais educado e sociável, facilitando assim o contato do animal com o mundo. Para aprender a ensinar um filhote, você precisa saber que os animais de estimação geralmente entendem as regras a partir da associação do comportamento com as consequências correspondentes. Isso significa que se ele se comportar de maneira inconveniente, deve ser demonstrado que o comportamento é ilegal e inaceitável. Por outro lado, isso não significa que você deva repreender o cão com castigos físicos ou verbais. Na verdade, basta usar técnicas de recompensa, como oferecer guloseimas quando ele obedecer às ordens. Dessa forma, o cão aprende quais comportamentos são bons e quais são ruins. Treinamento inteligente O chamado treinamento inteligente é um método baseado no reforço positivo do comportamento, voltado para a educação de cães e gatos. Esta técnica pode ser usada em cães de todas as idades e geralmente produz resultados dramáticos. Nesse método, seu animal deve ser estimulado durante o treinamento. Por exemplo, ele aprenderá mais rápido se for recompensado toda vez que concluir uma tarefa corretamente. Usar esse método desde tenra idade costuma ter mais chances de conseguir educar o cachorro. Como educar cães em diferentes situações Agora que você já entendeu como funciona o Smart Training, resta descobrir como aplicá-lo na prática. Além de usar guloseimas como recompensa, explore brinquedos e carinhos. A seguir, confira algumas dicas práticas de como ensinar seu cachorro! Interação social É normal que os cães fiquem enérgicos e entusiasmados quando conhecem alguém novo. A maneira mais comum de provar isso é pulando em outra pessoa. No entanto, nem todos estão felizes com a mudança. Então, para ensiná-lo a não fazer isso, você pode colocá-lo suavemente de volta no chão. Usar a palavra \”não\” também é uma ótima maneira de deixar seu animal de estimação saber que ele não pode fazer algo. Sempre que ele ouve esse comando, ele entende que deve interromper um determinado movimento. Quando o comportamento inadequado parar, recompense-o com uma guloseima ou carinho. Alguns cães têm o hábito de latir quando estranhos se aproximam deles. Essa atitude geralmente é para chamar a atenção. Nesse caso, portanto, é importante não ser ponderado e deixar que ele veja que a ação não surtiu o efeito desejado. Andando na rua Ao caminhar, deixe o cinto afrouxar um pouco. Dessa forma, você não estará puxando animais de estimação e vice-versa. Ele acelera ao ver um cachorro na rua, o que é normal. Quando isso acontecer, segure firme e pare de andar ou caminhe na direção oposta. Assim, depois de um tempo, o bichinho perceberá que o mau comportamento fará com que o passeio e a diversão acabem mais cedo. Tente não segurá-lo, mesmo que ele seja teimoso e não responda facilmente aos seus comandos. Essa ação vai machucar o inseto e irritá-lo ainda mais. Visitas Se o cachorro continuar tentando te morder ou te visitar, preste atenção a esta dica! Uma maneira fácil de treinar um filhote para não morder é fingir que ele está com dor. Ao fingir que foi mordido, o cachorro pode entender o quão ruim é a atitude e parar de fazê-lo. Quando as pessoas vierem nos visitar, recorra aos brinquedos para animais de estimação. Reserve um tempo para mostrar que esses itens podem ser levados. Portanto, a atenção do pet costuma ser direcionada para o item, e não para o visitante. Gostaria de aprender algumas estratégias de como ensinar seu cachorro? Se não forem suficientes, considere investir em um treinador profissional. Para ver outras dicas como esta, continue visitando o blog da Petz e saiba mais sobre o comportamento de cachorros!

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É normal os gatos roerem as unhas? entenda esse comportamento \”estranho\”

Os felinos são animais com algumas manias e nem sempre acatam ordens de seus donos. Na verdade, alguns dizem que estão no comando! É por isso que, quando algo incomum acontece, procuramos saber mais, como se é normal os gatos roerem as unhas. Você já pegou seu gatinho fazendo malabarismo para roer unhas? É um pouco estranho, mas não se engane: você é o único mentor que se encontra nessa situação.Acontece que roer unhas de gato é uma ocorrência frequente, mas pode ser um sinal positivo e negativo. Por isso, é importante ficar atento aos menores sinais para julgar o que fazer e saber se vale a pena uma ida ao veterinário. Pare de se perguntar se é normal os gatos roerem as unhas! Descubra neste conteúdo da Petz. Abaixo, você encontrará o conteúdo completo e algumas ótimas dicas para ajudá-lo a cuidar do seu gatinho. Leia e compreenda. Roer unhas é sinal de saúde felina? Roer unhas de gato é normal na maioria das vezes! Isso porque ele não morde como nós humanos. Na verdade, ele estava limpando a sujeira acumulada sob as patas. Um gato é um animal muito limpo, por isso não gosta de sujeira, migalhas, pêlos, pêlos ou qualquer outra coisa grudada nele. Então, é normal que os gatos roam as unhas quando lamber não resolve o problema. Inclusive, em alguns casos, você encontrará o gato mordendo as patas. Um felino também pode usar os dentes para tirar a sujeira das patas, afinal, mantê-lo limpo e cheiroso vale a pena, não é mesmo? Além disso, é normal que as unhas de um gato caiam quando a camada externa da unha precisa ser removida. Esse é um processo natural, pois novas unhas precisam nascer e se fortalecer para que os pets possam usá-la diariamente. Faça um favor ao seu gato! Às vezes, os gatinhos não conseguem limpar ou substituir as unhas com facilidade. Por isso, às vezes é necessário um pouco de força para facilitar e aliviar a dor do processo. Por isso, para evitar que os gatos roam excessivamente as unhas ou mesmo os móveis de casa, uma dica é comprar adesivos arranhadores e espalhar pela casa toda. Por exemplo, além de proteger o sofá, também ajuda a tirar aqueles pregos que precisam ser trocados ou afiados. Outra dica importante é escolher diferentes tipos de raspadores, tanto verticais quanto horizontais. Assim, ele pode escolher como raspar e afiar as garras, porque o ângulo importa – e importa – sabe? É por isso que eles continuam mordendo suas garras em ângulos estranhos. Quando a mastigação se torna um problema? Na maioria das vezes, a mastigação do gato não é um problema, mas uma ocorrência natural. Porém, às vezes não é mais comum e é preciso buscar ajuda profissional. Veja abaixo quando roer as unhas do gato é anormal. Ferido É normal que os gatos roam as unhas de vez em quando, quando você está relaxando, mas é melhor ficar atento quando isso se torna excessivo. Isso porque pode indicar uma lesão desconhecida. Se você notar esse sintoma, procure com atenção se há feridas em seu gatinho – não se esqueça de olhar para as patas! É importante verificar se as patas estão retraídas. Lembre-se de fazer isso com calma e não irritar seu gatinho. Um pequeno truque é usar guloseimas para evitar irritá-lo. Agora, se você não quiser fazer isso sozinho, nosso conselho é levá-lo ao veterinário e pular essa etapa. Portanto, o veterinário poderá lhe fornecer o diagnóstico e o tratamento corretos. Ansiedade Outra causa comum de roer unhas em gatos são os problemas psicológicos, nomeadamente a ansiedade. Afinal, os felinos são animais muito convencionais, o que significa que qualquer mudança pode estressá-los. Por isso, antes de fazer qualquer alteração em sua rotina, é importante proceder com cautela e planejamento, considerando como isso afetará seu bichano. Ele será o primeiro a ser afetado. Inclusive, se você achar que a única resposta para roer as unhas do seu gatinho é a ansiedade, consulte o seu veterinário. Ele vai analisar a condição do seu peludo e indicar o melhor tratamento. Mudanças simples que podem ajudar seu gato Como você pode ver, é normal que os gatos roam as unhas. Mas às vezes ele se machuca. Então, por que não evitá-lo, certo? Você pode ajudá-lo com algumas pequenas mudanças! Portanto, apare as unhas regularmente e dê a elas alguns arranhões extras pela casa. Outra maneira fácil de evitar que ele roa as unhas é manter as tarefas rotineiras e evitar estressá-lo. Muito simples, não acham? No entanto, também pode comprar produtos que mantenham as suas patinhas limpas e que o ajudem a limpá-las! Por exemplo, no site da Petz, você encontra várias opções, acesse e confira.

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